“Somos todos una gran familia”: Comunidades político-emocionales y denuncias públicas por el territorio. Análisis de casos de pueblos diaguitas en el Noroeste argentino

Otros responsables
Fecha
06/2023
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0325-1217
eISSN
1851-9628
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El trabajo indaga en el entramado de lo público y lo íntimo-privado al analizar roles y vínculos familiares-comunitarios de dos pueblos diaguitas (noroeste argentino) y sus acciones públicas de denuncia en instancias judiciales en el marco de un asesinato (2018-2019), falta de sentencia firme del Poder Judicial (2019) e intento de desalojo (2020-2021). Producto de una investigación etnográfica con análisis de publicaciones en redes sociales, se identifica que lo público es una arena ambigua con solapamientos entre lazos íntimo-familiares y comunitarios. Cada pueblo, mediante la conformación de comunidades político-emocionales, resignificó la muerte de uno de sus miembros como la muerte política de un/a familiar/autoridad comunitaria, y a un intento de desalojo como el accionar sistemático inserto en entramados históricos de subalternización indígena. Dichas comunidades político-emocionales están territorializadas espacial-temporalmente por memorias de resistencia, cuya potencialidad política fue mostrar y cuestionar a otra familia: el poder político-judicial-terrateniente que incumple sus derechos.
The work investigates the framework of the public and the intimate-private by analyzing roles and family-community ties of two Diaguita towns (northwestern Argentina) and their public actions to denounce in judicial instances in the framework of a murder (2018-2019). ; lack of final judgment by the Judiciary (2019); and an eviction attempt (2020-2021). Product of an ethnographic investigation with analysis of publications in social networks, it is identified that the public is an ambiguous arena with overlaps between intimate-family and community ties. Each town, through the formation of political-affective communities, resignified a mere death as the political death of a family member/ community authority; and to an eviction as a systematic action inserted in historical frameworks of indigenous subalternization. These communities are spatially-temporally territorialized by a memory of resistance. Its political potential was to show and question the other family: the political-judiciallandlord power that violates and violates their rights.
O trabalho investiga o marco do público e do íntimo-privado a partir da análise dos papéis e vínculos família-comunidade de dois povoados de Diaguita (noroeste da Argentina) e suas ações públicas de denúncia em instâncias judiciais no marco de um homicídio (2018-2019). ; falta de julgamento final pelo Judiciário (2019); e uma tentativa de despejo (2020-2021). Produto de uma investigação etnográfica com análise de publicações em redes sociais, identifica-se que o público é uma arena ambígua com sobreposições entre vínculos íntimo-familiares e comunitários. Cada município, por meio da formação de comunidades político-afetivas, ressignificou a mera morte como morte política de um familiar/autoridade comunitária; e a um despejo como ação sistemática inserida em quadros históricos de subalternização indígena. Essas comunidades são territorializadas espaço-temporalmente por uma memória de resistência. Seu potencial político era mostrar e questionar a outra família: o poder político-judicial-latifundiário que viola e viola seus direitos.
The work investigates the framework of the public and the intimate-private by analyzing roles and family-community ties of two Diaguita towns (northwestern Argentina) and their public actions to denounce in judicial instances in the framework of a murder (2018-2019). ; lack of final judgment by the Judiciary (2019); and an eviction attempt (2020-2021). Product of an ethnographic investigation with analysis of publications in social networks, it is identified that the public is an ambiguous arena with overlaps between intimate-family and community ties. Each town, through the formation of political-affective communities, resignified a mere death as the political death of a family member/ community authority; and to an eviction as a systematic action inserted in historical frameworks of indigenous subalternization. These communities are spatially-temporally territorialized by a memory of resistance. Its political potential was to show and question the other family: the political-judiciallandlord power that violates and violates their rights.
O trabalho investiga o marco do público e do íntimo-privado a partir da análise dos papéis e vínculos família-comunidade de dois povoados de Diaguita (noroeste da Argentina) e suas ações públicas de denúncia em instâncias judiciais no marco de um homicídio (2018-2019). ; falta de julgamento final pelo Judiciário (2019); e uma tentativa de despejo (2020-2021). Produto de uma investigação etnográfica com análise de publicações em redes sociais, identifica-se que o público é uma arena ambígua com sobreposições entre vínculos íntimo-familiares e comunitários. Cada município, por meio da formação de comunidades político-afetivas, ressignificou a mera morte como morte política de um familiar/autoridade comunitária; e a um despejo como ação sistemática inserida em quadros históricos de subalternização indígena. Essas comunidades são territorializadas espaço-temporalmente por uma memória de resistência. Seu potencial político era mostrar e questionar a outra família: o poder político-judicial-latifundiário que viola e viola seus direitos.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by
