La noción de dispositivo en el campo de la salud mental
; Stolkiner, Alicia Ines ; D'agostino, Agustina María Edna 
Otros responsables
Fecha
10/2022
Editorial
Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Psicología
Revista
Revista de Psicología
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
0556-6274
eISSN
2422-572X
ISBN
Idioma
Español
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Palabras clave
Resumen
En el presente artículo, se problematizan los usos de la noción de dispositivo en el campo de la salud mental. Con este propósito, se realiza un rastreo en fuentes documentales, bibliográficas y testimoniales, a fin de identificar los criterios que recaen sobre dicha utilización. En función de las convergencias y disidencias encontradas, se traza una categorización tentativa de los usos más frecuentes según tres tipos: convencional, teórico y vivencial. Se corrobora la hipótesis de partida, a saber: que en el campo de la salud mental asistimos a una proliferación heterogénea del término “dispositivo”. Se deduce que esto va en detrimento de su potencia como herramienta teórica. Se concluye la pertinencia y la necesidad de un doble trabajo: por una parte, de restitución de algunas dimensiones teóricas del concepto de dispositivo; por otra, de cartografía de los dispositivos del campo de la salud mental.
: Neste artigo, problematizam-se os usos da noção de dispositivo no campo da saúde mental. Para tanto, é feita uma busca em fontes documentais, bibliográficas e testemunhais, a fim de identificar os critérios que recaem sobre tal uso. A partir das convergências e divergências encontradas, traça-se uma tentativa de categorização dos usos mais frequentes em três tipos: convencional, teórico e experiencial. Corrobora-se a hipótese inicial, a saber: que no campo da saúde mental estamos presenciando uma proliferação heterogênea do termo “dispositivo”. Segue-se que isso é prejudicial ao seu poder como ferramenta teórica. Conclui-se a relevância e necessidade de um duplo trabalho: por um lado, de restituição de algumas dimensões teóricas do conceito de dispositivo; de outro, cartografia de dispositivos no campo da saúde mental.
: In this article, we discuss the uses of the notion of "device" in mental health. For this purpose, we analyze documentary, bibliographic and testimonial sources in order to identify the criteria that determine the use of the concept. Based on the convergences and dissidences found, we propose a tentative categorization of the most frequent uses according to three types: conventional, theoretical and experiential. We corroborate our starting hypothesis, namely that in the field of mental health we are witnessing a heterogeneous proliferation of the term "device". We reason that this is detrimental to its potency as a theoretical tool. We conclude that it is pertinent and necessary to carry out a double work: on the one hand, to restore some theoretical dimensions of the concept of device; on the other hand, to study in detail the devices that are implemented in the field of mental health.
: Neste artigo, problematizam-se os usos da noção de dispositivo no campo da saúde mental. Para tanto, é feita uma busca em fontes documentais, bibliográficas e testemunhais, a fim de identificar os critérios que recaem sobre tal uso. A partir das convergências e divergências encontradas, traça-se uma tentativa de categorização dos usos mais frequentes em três tipos: convencional, teórico e experiencial. Corrobora-se a hipótese inicial, a saber: que no campo da saúde mental estamos presenciando uma proliferação heterogênea do termo “dispositivo”. Segue-se que isso é prejudicial ao seu poder como ferramenta teórica. Conclui-se a relevância e necessidade de um duplo trabalho: por um lado, de restituição de algumas dimensões teóricas do conceito de dispositivo; de outro, cartografia de dispositivos no campo da saúde mental.
: In this article, we discuss the uses of the notion of "device" in mental health. For this purpose, we analyze documentary, bibliographic and testimonial sources in order to identify the criteria that determine the use of the concept. Based on the convergences and dissidences found, we propose a tentative categorization of the most frequent uses according to three types: conventional, theoretical and experiential. We corroborate our starting hypothesis, namely that in the field of mental health we are witnessing a heterogeneous proliferation of the term "device". We reason that this is detrimental to its potency as a theoretical tool. We conclude that it is pertinent and necessary to carry out a double work: on the one hand, to restore some theoretical dimensions of the concept of device; on the other hand, to study in detail the devices that are implemented in the field of mental health.
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