Poder e institución de lo social: perspectivas políticas sobre la gubernamentalidad algorítmica

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Fecha
08/2026
Editorial
Organización de Estados Iberoamericanos
Revista
Revista Iberoamericana de Ciencia, Tecnología y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1668-0030
eISSN
1850-0013
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo aborda una faceta específica atinente a la consideración sobre el estatuto de lo político en el marco de la tecnificación contemporánea: el ejercicio del poder en el marco de lo que alguna literatura de inspiración foucaultiana denomina como gubernamentalidad, gestión o gobernabilidad algorítmica, una nueva tecnología de poder cuya existencia emerge producto de la enmarañada convergencia de la globalización capitalista, la datificación, la digitalización y — por último— la plataformización. Nos interesa sopesar aquello que se etiqueta como gubernamentalidad algorítmica en la medida en que, por una parte, coexiste con tecnologías de poder precedentes, muchas veces compitiendo y otras colaborando o guiándolas y, por el otro, en cuanto a su dimensión productiva y normativa: es decir, en la medida en que interviene en los procesos de subjetivación contemporáneos para definir aquello que somos, pero también aquello que podemos ser y hacer.
Este artigo aborda uma faceta específica relacionada à reflexão sobre o estatuto do político no contexto da tecnificação contemporânea: o exercício do poder no contexto do que parte da literatura de inspiração foucaultiana denomina como governamentalidade, gestão ou governabilidade algorítmica, uma nova tecnologia de poder cuja existência surge como resultado da convergência complexa da globalização capitalista, da datificação, da digitalização e — por fim — da plataformação. Nos interessa avaliar o que é rotulado como governamentalidade algorítmica na medida em que, por um lado, coexiste com tecnologias de poder anteriores, muitas vezes competindo com elas e, outras vezes, colaborando ou orientando-as; e, por outro lado, no que diz respeito à sua dimensão produtiva e normativa: ou seja, na medida em que intervém nos processos de subjetivação contemporâneos para definir o que somos, mas também o que podemos ser e fazer.
This article addresses a specific aspect related to the consideration of the status of the political within the framework of contemporary technification: the exercise of power within the framework of what some Foucault-inspired literature refers to as governmentality, algorithmic management, or algorithmic governance—a new technology of power whose existence arises from the tangled convergence of capitalist globalization, datafication, digitization, and —finally— platformization. We are interested in examining what is labeled as algorithmic governmentality insofar as, on the one hand, it coexists with preceding technologies of power —often competing with them, and at other times collaborating with or guiding them— and, on the other hand, in terms of its productive and normative dimension: that is, to the extent that it intervenes in contemporary processes of subjectivation to define not only who we are, but also who we can be and what we can do.
Este artigo aborda uma faceta específica relacionada à reflexão sobre o estatuto do político no contexto da tecnificação contemporânea: o exercício do poder no contexto do que parte da literatura de inspiração foucaultiana denomina como governamentalidade, gestão ou governabilidade algorítmica, uma nova tecnologia de poder cuja existência surge como resultado da convergência complexa da globalização capitalista, da datificação, da digitalização e — por fim — da plataformação. Nos interessa avaliar o que é rotulado como governamentalidade algorítmica na medida em que, por um lado, coexiste com tecnologias de poder anteriores, muitas vezes competindo com elas e, outras vezes, colaborando ou orientando-as; e, por outro lado, no que diz respeito à sua dimensão produtiva e normativa: ou seja, na medida em que intervém nos processos de subjetivação contemporâneos para definir o que somos, mas também o que podemos ser e fazer.
This article addresses a specific aspect related to the consideration of the status of the political within the framework of contemporary technification: the exercise of power within the framework of what some Foucault-inspired literature refers to as governmentality, algorithmic management, or algorithmic governance—a new technology of power whose existence arises from the tangled convergence of capitalist globalization, datafication, digitization, and —finally— platformization. We are interested in examining what is labeled as algorithmic governmentality insofar as, on the one hand, it coexists with preceding technologies of power —often competing with them, and at other times collaborating with or guiding them— and, on the other hand, in terms of its productive and normative dimension: that is, to the extent that it intervenes in contemporary processes of subjectivation to define not only who we are, but also who we can be and what we can do.
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