Ciudadanías insurgentes y luchas sociales urbanas por el derecho a la ciudad

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Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Nacional de Colombia
Revista
Ciudades, Estados y Política
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Institución organizadora
ISSN
2462-9103
eISSN
2389-8437
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
El crecimiento de las desigualdades socioespaciales se refleja en la renovación de las demandas ciudadanas por acceso a derechos fundamentales y políticas sociales. Diversas organizaciones y movimientos socioterritoriales han protagonizado experiencias de producción social autogestionaria del hábitat y luchas urbanas, configurando agendas en disputa por el derecho a la ciudad. Este artículo analiza las estrategias de lucha social urbana desplegadas por distintas organizaciones en sus procesos de demanda por acceso a derechos fundamentales, específicamente en materia de suelo urbano, vivienda y ciudad. Se realizó un estudio de caso en la ciudad intermedia de Tandil (provincia de Buenos Aires, Argentina), empleando un diseño metodológico cualitativo y multiestratégico. Los resultados evidencian transformaciones en la conflictividad urbana, en las estrategias de lucha social y en las respuestas estatales, destacando la emergencia de una agenda ciudadana insurgente que demanda por el derecho a la ciudad.
The growth of socio-spatial inequalities is reflected in the renewed citizen demands for access to fundamental rights and social policies. Various socio-territorial organizations and movements have led self-managed social production of popular housing and urban social struggles, shaping contested agendas around the right to the city. This article analyzes the strategies of urban social struggle deployed by different organizations in their efforts to claim fundamental rights, specifically in relation to urban land, housing, and the city planning. A case study was conducted in the intermediate city of Tandil (Buenos Aires province, Argentina), using a multi-strategy qualitative methodological design. The findings reveal transformations in urban conflict, in the strategies of social struggle, and in state responses—highlighting the emergence of an insurgent citizen agenda demanding the right to the city.
O aumento das desigualdades socioespaciais reflete-se na renovação das demandas dos cidadãos pelo acesso a direitos fundamentais e políticas sociais. Diversas organizações e movimentos socioterritoriais têm protagonizado experiências de produção social autogerida do habitat popular e lutas sociais urbanas, configurando agendas em disputa pelo direito à cidade. Este artigo analisa as estratégias de luta social urbana desdobradas por diferentes organizações em seus processos de demanda pelo acesso a direitos fundamentais, especificamente em matéria de solo urbano, moradia e cidade. Foi realizado um estudo de caso na cidade intermediária de Tandil (província de Buenos Aires, Argentina), empregando um desenho metodológico qualitativo e multistratégico. Os resultados evidenciam transformações na conflituosidade urbana, nas estratégias de luta social e nas respostas estatais, destacando a emergência de uma agenda cidadã insurgente que demanda o direito à cidade.
The growth of socio-spatial inequalities is reflected in the renewed citizen demands for access to fundamental rights and social policies. Various socio-territorial organizations and movements have led self-managed social production of popular housing and urban social struggles, shaping contested agendas around the right to the city. This article analyzes the strategies of urban social struggle deployed by different organizations in their efforts to claim fundamental rights, specifically in relation to urban land, housing, and the city planning. A case study was conducted in the intermediate city of Tandil (Buenos Aires province, Argentina), using a multi-strategy qualitative methodological design. The findings reveal transformations in urban conflict, in the strategies of social struggle, and in state responses—highlighting the emergence of an insurgent citizen agenda demanding the right to the city.
O aumento das desigualdades socioespaciais reflete-se na renovação das demandas dos cidadãos pelo acesso a direitos fundamentais e políticas sociais. Diversas organizações e movimentos socioterritoriais têm protagonizado experiências de produção social autogerida do habitat popular e lutas sociais urbanas, configurando agendas em disputa pelo direito à cidade. Este artigo analisa as estratégias de luta social urbana desdobradas por diferentes organizações em seus processos de demanda pelo acesso a direitos fundamentais, especificamente em matéria de solo urbano, moradia e cidade. Foi realizado um estudo de caso na cidade intermediária de Tandil (província de Buenos Aires, Argentina), empregando um desenho metodológico qualitativo e multistratégico. Os resultados evidenciam transformações na conflituosidade urbana, nas estratégias de luta social e nas respostas estatais, destacando a emergência de uma agenda cidadã insurgente que demanda o direito à cidade.
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