Sujetos políticos migrantes y el dilema de la naturalización. ¿Variaciones posnacionales?
; Courtis, Corina 
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Fecha
09/2016
Editorial
Universidad de los Andes. Facultad de Ciencias Sociales
Revista
UniAndes
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ISSN
1900-6004
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Idioma
Español
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Resumen
En la lucha por el acceso a derechos políticos y a una ciudadanía plena enlos países de destino, los migrantes suelen toparse con argumentos que los reenvían al tradicional mecanismo de la nacionalización o naturalización, por medio del cual se resuelve su situación al ser incluidos a partir de un topos político definido en términos nacionales. Este artículo explora algunos procesos de subjetivación comprometidos en la elección/decisión de naturalizarse (o no) por parte de migrantes que se autodefinen como sujetos políticos. Para ello se analiza, desde una perspectiva política posfundacional, una serie de entrevistas realizadas a integrantes de una red de líderes migrantes en Argentina, mostrando los matices con que estos migrantes conciben la posibilidad de la ciudadanía posnacional y algunas de las paradojas de los procesos de identificación política en el contexto actual de la movilidad humana.
In the struggle for access to political rights and full citizenship in their countries of destination, migrants are frequently faced with arguments remanding them to the traditional mechanism of nationalization or naturalization, by means of which their situation is resolved through inclusion based on a political topos defined in national terms. This article explores some subjectivation processes involved in the choice/decision of whether to become naturalized (or not) on the part of migrants who define themselves as political subjects. For this purpose, the article analyzes a series of interviews of members of a network of migrant leaders in Argentina from a post-foundational perspective, showing the nuances in their conceptions regarding the possibility of post-national citizenship, and some of the paradoxes of political identification processes in the current context of human mobility.
Na luta pelo acesso a direitos políticos e a uma cidadania plena nos países de destino, os migrantes costumam deparar-se com argumentos que os encaminham ao tradicional mecanismo da nacionalização ou naturalização, por meio do qual se resolve sua situação ao serem incluídos a partir de um topos político definido em termos nacionais. Este artigo explora alguns processos de subjetivação comprometidos na escolha/decisão de se naturalizar (ou não) por parte de migrantes que se autodefinem como sujeitos políticos. Para isso, analisa-se, sob uma perspectiva política pós-fundacional, uma série de entrevistas realizadas a integrantes de uma rede de líderes migrantes na Argentina, mostrando as nuances com que esses migrantes concebem a possibilidade da cidadania pós-nacional e alguns dos paradoxos dos processos de identificação política no contexto atual da mobilidade humana.
In the struggle for access to political rights and full citizenship in their countries of destination, migrants are frequently faced with arguments remanding them to the traditional mechanism of nationalization or naturalization, by means of which their situation is resolved through inclusion based on a political topos defined in national terms. This article explores some subjectivation processes involved in the choice/decision of whether to become naturalized (or not) on the part of migrants who define themselves as political subjects. For this purpose, the article analyzes a series of interviews of members of a network of migrant leaders in Argentina from a post-foundational perspective, showing the nuances in their conceptions regarding the possibility of post-national citizenship, and some of the paradoxes of political identification processes in the current context of human mobility.
Na luta pelo acesso a direitos políticos e a uma cidadania plena nos países de destino, os migrantes costumam deparar-se com argumentos que os encaminham ao tradicional mecanismo da nacionalização ou naturalização, por meio do qual se resolve sua situação ao serem incluídos a partir de um topos político definido em termos nacionais. Este artigo explora alguns processos de subjetivação comprometidos na escolha/decisão de se naturalizar (ou não) por parte de migrantes que se autodefinem como sujeitos políticos. Para isso, analisa-se, sob uma perspectiva política pós-fundacional, uma série de entrevistas realizadas a integrantes de uma rede de líderes migrantes na Argentina, mostrando as nuances com que esses migrantes concebem a possibilidade da cidadania pós-nacional e alguns dos paradoxos dos processos de identificação política no contexto atual da mobilidade humana.
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