Masculinidades y ética del cuidado

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Fecha
11/2023
Editorial
Corporación Universitaria Minuto de Dios
Revista
Polisemia
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1900-4648
eISSN
2590-8189
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este artículo reflexionamos sobre las principales coordenadas alrededor de las cuales cada época construyó los modos hegemónicos de ser y hacerse hombre. En un primer momento, nos centramos en la figura del cazador y las diferentes interpretaciones en torno a la evolución humana. En un segundo momento, reparamos en la figura del soldado héroe, a partir de la institución del discurso fúnebre en la Antigua Grecia. En un tercer momento, nos detenemos en la figura del proveedor del pan en la modernidad. A partir de esta circunscripción, nos preguntamos por el lugar de la vulnerabilidad en la construcción de la masculinidad hegemónica. Proponemos finalmente una ética feminista del cuidado que, haciendo lugar a la vulnerabilidad constitutiva de lo humano, funcione como base de prácticas cotidianas de cuidado de sí, del otro y de la trama de la vida, y como fundamento de propuestas singulares y colectivas que procuren el cultivo de nuevas masculinidades.
In this article we address the main coordinates around which each age constructed the hegemonic ways of being and becoming human. First, we focus on the figure of the hunter and the different interpretations of human evolution. In a second stage, we consider the figure of the heroic soldier starting from the institution of the funeral oration in ancient Greece. In a third stage, we stop at the figure of the bread delivery man in modern times. From this paraphrase, we wonder about the place of vulnerability in the construction of hegemonic masculinity. Finally, we propose a feminist ethic of care that, by giving space to the constitutive vulnerability of the human serves as a basis for daily practices of care for itself, for others and for the web of life, as well as a basis for individual and collective proposals for the cultivation of new masculinities.
Neste artigo, refletimos sobre as principais coordenadas em torno das quais cada época construiu os modos hegemônicos de ser e tornar-se homem. Num primeiro momento, focamo-nos na figura do caçador e nas diferentes interpretações sobre a evolução humana. Num segundo momento, consideramos a figura do soldado herói a partir da instituição do discurso fúnebre na Grécia Antiga. Num terceiro momento, centramo-nos na figura do provedor de pão na modernidade. A partir desta delimitação, questionamos o lugar da vulnerabilidade na construção da masculinidade hegemônica. Propomos, finalmente, uma ética feminista do cuidado que, ao dar lugar à vulnerabilidade constitutiva do ser humano, funcione como base para práticas cotidianas de cuidado de autocuidado, do outro e da trama da vida, bem como como fundamento para propostas singulares e coletivas que busquem o cultivo de novas masculinidades.
In this article we address the main coordinates around which each age constructed the hegemonic ways of being and becoming human. First, we focus on the figure of the hunter and the different interpretations of human evolution. In a second stage, we consider the figure of the heroic soldier starting from the institution of the funeral oration in ancient Greece. In a third stage, we stop at the figure of the bread delivery man in modern times. From this paraphrase, we wonder about the place of vulnerability in the construction of hegemonic masculinity. Finally, we propose a feminist ethic of care that, by giving space to the constitutive vulnerability of the human serves as a basis for daily practices of care for itself, for others and for the web of life, as well as a basis for individual and collective proposals for the cultivation of new masculinities.
Neste artigo, refletimos sobre as principais coordenadas em torno das quais cada época construiu os modos hegemônicos de ser e tornar-se homem. Num primeiro momento, focamo-nos na figura do caçador e nas diferentes interpretações sobre a evolução humana. Num segundo momento, consideramos a figura do soldado herói a partir da instituição do discurso fúnebre na Grécia Antiga. Num terceiro momento, centramo-nos na figura do provedor de pão na modernidade. A partir desta delimitação, questionamos o lugar da vulnerabilidade na construção da masculinidade hegemônica. Propomos, finalmente, uma ética feminista do cuidado que, ao dar lugar à vulnerabilidade constitutiva do ser humano, funcione como base para práticas cotidianas de cuidado de autocuidado, do outro e da trama da vida, bem como como fundamento para propostas singulares e coletivas que busquem o cultivo de novas masculinidades.
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