Redes católicas e estado na “Revolução Argentina”

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Fecha
09/2010
Editorial
Universidade Federal de Juiz de Fora
Revista
CSOnline
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ISSN
1981-2140
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Idioma
Portugués
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Resumen
Em 1966 ocorre o golpe de Estado cívico-militar-religioso autodenominado Revolução Argentina, que colocou Juan Carlos Onganía como na npresidência da Argentina. Ante este acontecimento, enquanto um grupo de intelectuais e especialistas se opunhamativiamente ao governo militar, um número significativo de cientistas sociais apoiávam ativiamente a experiência ditatorial. Se trata de uma militância no campo político e cultural, em universidades, think tanks e ocupando cargos no Estado. Entre estes são significativos os sujetos socializados em redes e espaços socio-religiosos, especialmente aqueles vinculados a um pensamento tecnocrático e desenvolvimentista. Neste artigo daremos conta da participação de católicos na dictadura comandada por Onganía, recosntruíndo certa redes emergentes a partir do estudo da trajetória de um indivíduo, José Enrique Miguens, o que permite dar conta da relação entre redes católicas e o sistema político argentino.
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