Alfabetización genética y adaptación psicológica en adolescentes con enfermedades genéticas
; Vázquez, Natalia
; Arberas, Claudia Liliana Otros responsables
Fecha
03/2021
Editorial
Universidad Nacional de Córdoba. Facultad de Ciencias Médicas
Revista
Revista de la Facultad de Ciencias Médicas de Córdoba
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0014-6722
eISSN
1853-0605
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Introducción: La convivencia con una condición genética es compleja y puede resultar limitante para el adolescente. Esta situación constituye un estresor y un factor de riesgo para la salud mental tanto del paciente como de su familia. Objetivo: Estudiar los niveles de adaptación psicológica y alfabetización genética en adolescentes con enfermedades genéticas, residentes en Argentina. Métodos: Alcance descriptivo correlacional, de diseño cuantitativo y corte transversal. El protocolo administrado consistió en un consentimiento informado, un cuestionario de datos socio-demográficos, y los instrumentos Genetic Health Literacy Screening Tool (REAL G) y Psychological Adaptation Scale (PAS). El muestreo fue intencional y la muestra fue de 68 casos. Resultados: El REAL G indicó bajos niveles de de alfabetización genética en todos sus componentes (decodificación, familiaridad, comprensión, aritmética). En cuanto a la adaptación psicológica, se encontró una M=4,02 (DE= 0.8) para la escala general y puntuaciones elevadas para todas las dimensiones. Conclusión: Los adolescentes diagnosticados con enfermedades genéticas en Argentina poseen un buen nivel de adaptación psicológica a su enfermedad, a pesar de tener bajos niveles de alfabetización genética.
Introduction: Living with a genetic condition is complex and may be limiting for the adolescent. This situation is considered a stress factor and risk factor for the mental health of both the patient and his family. Objective: To study the levels of psychological adaptation and genetic literacy in adolescents with genetic diseases residing in Argentina. Methods: Correlational and quantitative design and cross sectional scope. The protocol consisted of an informed consent, a sociodemographic data questionnaire, and the Genetic Health Literacy Screening Tool (REAL G) and Psychological Adaptation Scale (PAS) instruments. The sampling was intentional and composed by 68 cases. Results: The REAL G indicated low levels of genetic literacy in all its components (decoding, familiarity, comprehension, arithmetic). Regarding psychological adaptation, an M = 4.02 (SD = 0.8) was found for the general scale and high scores for all the dimensions. Conclusion: Adolescents diagnosed with genetic diseases in Argentina have a good level of psychological adaptation to their disease, despite having low levels of genetic literacy.
Introdução: Viver com uma condição genética é complexo e pode ser limitante para o adolescente. Essa situação é considerada um fator de estresse e fator de risco para a saúde mental tanto do paciente quanto de sua família. Objetivo: Estudar os níveis de adaptação psicológica e alfabetização genética em adolescentes com doenças genéticas residentes na Argentina. Métodos: Desenho correlacional e quantitativo e escopo transversal. O protocolo consistiu de um termo de consentimento livre e esclarecido, um questionário de dados sociodemográficos e os instrumentos da Ferramenta de Seleção de Alfabetização em Saúde Genética (REAL G) e da Escala de Adaptação Psicológica (PAS). A amostragem foi intencional e composta por 68 casos. Resultados: O REAL G indicou baixos níveis de alfabetização genética em todos os seus componentes (decodificação, familiaridade, compreensão, aritmética). Em relação à adaptação psicológica, encontrou-se M = 4,02 (DP = 0,8) para a escala geral e altos escores para todas as dimensões. Conclusão: Adolescentes diagnosticados com doenças genéticas na Argentina apresentam bom nível de adaptação psicológica à doença, apesar de apresentarem baixo nível de alfabetização genética.
Introduction: Living with a genetic condition is complex and may be limiting for the adolescent. This situation is considered a stress factor and risk factor for the mental health of both the patient and his family. Objective: To study the levels of psychological adaptation and genetic literacy in adolescents with genetic diseases residing in Argentina. Methods: Correlational and quantitative design and cross sectional scope. The protocol consisted of an informed consent, a sociodemographic data questionnaire, and the Genetic Health Literacy Screening Tool (REAL G) and Psychological Adaptation Scale (PAS) instruments. The sampling was intentional and composed by 68 cases. Results: The REAL G indicated low levels of genetic literacy in all its components (decoding, familiarity, comprehension, arithmetic). Regarding psychological adaptation, an M = 4.02 (SD = 0.8) was found for the general scale and high scores for all the dimensions. Conclusion: Adolescents diagnosed with genetic diseases in Argentina have a good level of psychological adaptation to their disease, despite having low levels of genetic literacy.
Introdução: Viver com uma condição genética é complexo e pode ser limitante para o adolescente. Essa situação é considerada um fator de estresse e fator de risco para a saúde mental tanto do paciente quanto de sua família. Objetivo: Estudar os níveis de adaptação psicológica e alfabetização genética em adolescentes com doenças genéticas residentes na Argentina. Métodos: Desenho correlacional e quantitativo e escopo transversal. O protocolo consistiu de um termo de consentimento livre e esclarecido, um questionário de dados sociodemográficos e os instrumentos da Ferramenta de Seleção de Alfabetização em Saúde Genética (REAL G) e da Escala de Adaptação Psicológica (PAS). A amostragem foi intencional e composta por 68 casos. Resultados: O REAL G indicou baixos níveis de alfabetização genética em todos os seus componentes (decodificação, familiaridade, compreensão, aritmética). Em relação à adaptação psicológica, encontrou-se M = 4,02 (DP = 0,8) para a escala geral e altos escores para todas as dimensões. Conclusão: Adolescentes diagnosticados com doenças genéticas na Argentina apresentam bom nível de adaptação psicológica à doença, apesar de apresentarem baixo nível de alfabetização genética.
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