Manuel Moreno y los letrados de la Confederación Argentina ante la ocupación británica de Malvinas (1833- 1834)

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Fecha
01/2025
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas. Instituto de Estudios Socio-Históricos
Revista
Quinto Sol
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ISSN
eISSN
1851-2879
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Español
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Resumen
Ante la ocupación británica de las Islas Malvinas en 1833, se produjeron diferentes reacciones entre los letrados rioplatenses. De las cuales son particularmente conocidas las de Manuel Moreno, representante del gobierno de Buenos Aires en Londres. Sin embargo, no existen estudios particulares sobre las diferencias conceptuales y argumentales de la defensa de Moreno sobre la soberanía de las islas, con respecto a las acciones y discursos promovidos por otros letrados provinciales. En este trabajo se sostiene que, si bien estos últimos se fundaban directamente en el derecho de gentes, Moreno apelaría al uti possidetis iuris como base de sus reclamos
Following the British occupation of the Malvinas Islands in 1833, there were different reactions among the River Plate scholars. Of these, those of Manuel Moreno, representative of the Buenos Aires government in London, are particularly well-known. However, there are no specific studies on the conceptual and argumentative differences between Moreno's defence of the sovereignty of the islands, with respect to the actions and speeches promoted by other provincial scholars. This work argues that, although the latter were based directly on the ius gentium, Moreno would appeal to uti possidetis iuris as the basis of his claims.
Diante da ocupação britânica das Ilhas Malvinas em 1833, houve diferentes reações entre os juristas do Rio de la Plata. Manuel Moreno, o representante do governo de Buenos Aires em Londres, é particularmente conhecido. Entretanto, não há estudos específicos sobre as diferenças conceituais e argumentativas entre a defesa da soberania das ilhas feita por Moreno e as ações e discursos promovidos por outros advogados da provinciais. Este artigo argumenta que, embora o último tenha se baseado diretamente no ius gentium, Moreno apelaria para o uti possidetis iuris como base para suas reivindicações.
Following the British occupation of the Malvinas Islands in 1833, there were different reactions among the River Plate scholars. Of these, those of Manuel Moreno, representative of the Buenos Aires government in London, are particularly well-known. However, there are no specific studies on the conceptual and argumentative differences between Moreno's defence of the sovereignty of the islands, with respect to the actions and speeches promoted by other provincial scholars. This work argues that, although the latter were based directly on the ius gentium, Moreno would appeal to uti possidetis iuris as the basis of his claims.
Diante da ocupação britânica das Ilhas Malvinas em 1833, houve diferentes reações entre os juristas do Rio de la Plata. Manuel Moreno, o representante do governo de Buenos Aires em Londres, é particularmente conhecido. Entretanto, não há estudos específicos sobre as diferenças conceituais e argumentativas entre a defesa da soberania das ilhas feita por Moreno e as ações e discursos promovidos por outros advogados da provinciais. Este artigo argumenta que, embora o último tenha se baseado diretamente no ius gentium, Moreno apelaria para o uti possidetis iuris como base para suas reivindicações.
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