Un ladrillo no hace un pueblo ¿y al revés? Circulación de conocimientos entre wichí y agentes indigenistas en Chaco, Argentina

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Fecha
2025-12-16
Editorial
Universidad de Santiago de Chile
Revista
Revista Estudios Avanzados
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
0718-5014
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Idioma
Español
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Resumen
Más de 120 años pasaron desde la popularidad de las enramadas hasta las viviendas de ladrillos actualmente habitadas por pobladores wichí de Misión Nueva Pompeya y El Sauzalito, en Chaco, Argentina. Nuestro objetivo es analizar la circulación de conocimientos afines a la producción de ladrillos en dichas localidades, entre 1900 y la actualidad. El trabajo se enmarca en una investigación etnográfica iniciada en 2012. Encontramos que la construcción edilicia con ladrillos constituye una manifestación de relaciones entre pobladores wichí y agentes indigenistas. Vemos que los conocimientos viajan con personas, se transmiten con el hacer y tienen sentido en términos de uso. En este contexto, «la venta», de trabajo, de ladrillos, de viviendas demuestra ser útil para compatibilizar usos que al principio parecen contradictorios.
More than 120 years have passed since the popularity of the houses made of branches and grass until the brick houses currently inhabited by Wichí residents of Misión Nueva Pompeya and El Sauzalito, in Chaco, Argentina. Our objective is to analyze the circulation of knowledge related to brick production in these localities, between 1900 and the present day. The work is part of an ethnographic research initiated in 2012. We found that building construction with bricks constitutes a manifestation of relationships between Wichí residents and indigenist agents. We see that knowledge travels with people, is transmitted through doing, and makes sense in terms of use. In this context, the “sale”, of work, bricks, and houses proves to be useful to reconcile uses that initially seem contradictory.
Mais de 120 anos se passaram desde a popularidade das habitações de ramo e grama até as habitações de tijolos atualmente habitadas por moradores wichí de Misión Nueva Pompeya e El Sauzalito, em Chaco, Argentina. Nosso objetivo é analisar a circulação de conhecimentos relacionados à produção de tijolos nessas localidades, entre 1900 e o presente. O trabalho está inserido em uma pesquisa etnográfica iniciada em 2012. Constatamos que a construção com tijolos constitui uma manifestação de relações entre os moradores wichí e agentes indigenistas. Observamos que os conhecimentos viajam com as pessoas, são transmitidos por meio da prática e fazem sentido em termos de uso. Nesse contexto, «a venda», de trabalho, de tijolos, de habitações revela-se útil para compatibilizar usos que à primeira vista parecem contraditórios.
More than 120 years have passed since the popularity of the houses made of branches and grass until the brick houses currently inhabited by Wichí residents of Misión Nueva Pompeya and El Sauzalito, in Chaco, Argentina. Our objective is to analyze the circulation of knowledge related to brick production in these localities, between 1900 and the present day. The work is part of an ethnographic research initiated in 2012. We found that building construction with bricks constitutes a manifestation of relationships between Wichí residents and indigenist agents. We see that knowledge travels with people, is transmitted through doing, and makes sense in terms of use. In this context, the “sale”, of work, bricks, and houses proves to be useful to reconcile uses that initially seem contradictory.
Mais de 120 anos se passaram desde a popularidade das habitações de ramo e grama até as habitações de tijolos atualmente habitadas por moradores wichí de Misión Nueva Pompeya e El Sauzalito, em Chaco, Argentina. Nosso objetivo é analisar a circulação de conhecimentos relacionados à produção de tijolos nessas localidades, entre 1900 e o presente. O trabalho está inserido em uma pesquisa etnográfica iniciada em 2012. Constatamos que a construção com tijolos constitui uma manifestação de relações entre os moradores wichí e agentes indigenistas. Observamos que os conhecimentos viajam com as pessoas, são transmitidos por meio da prática e fazem sentido em termos de uso. Nesse contexto, «a venda», de trabalho, de tijolos, de habitações revela-se útil para compatibilizar usos que à primeira vista parecem contraditórios.
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