Memoria, verdad y justicia en el territorio 11: Desafíos en la politización del exilio colombiano
; Torras, Veronica Otros responsables
Fecha
07/2020
Editorial
Centro Internacional de Estudios Superiores de Comunicación para América Latina
Revista
Chasqui
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1390-1079
eISSN
1390-924X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
La Comisión de la Verdad abrió la puerta al reconocimiento de miles de víctimas del exilio en el contexto del conflicto armado colombiano. La incorporación del exilio como hecho victimizante reconoce no sólo su dimensión, profundidad y alcance sino también las trayectorias organizativas y la agencia política de quienes se vieron forzados a salir del país. Describimos aquí algunas experiencias latinoamericanas previas extra-territoriales de lucha por memoria, verdad y justicia oficiales y no-oficiales. Analizamos luego la trayectoria del colectivo de exiliados/as MECoPa, y sus desafíos. Concluimos analizando ese campo que si bien no se limita al aparato de la justicia transicional colombiana, encuentra allí una oportunidad única de politización de la experiencia del exilio.
The Colombian National Truth Commission opened the door to the recognition of thousands of victims of exile in the context of the “armed conflict”. The incorporation of exile as a victimizing act recognizes not only its dimension, depth and scope, but also the organizational trajectories and the political agency of the victims who forcibly left the country. In this contribution, we describe some previous extra-territorial Latin American, official and unofficial experiences of struggle for memory, truth and justice. We then analyze the trajectory of MECoPa, one specific group of victims, and its challenges. We conclude by analyzing this field, which, although it is not limited to the Colombian transitional justice apparatus, finds there a unique opportunity to politicize the exile experience.
A Comissão da Verdade da Colômbia abriu as portas para o reconhecimento de milhares de vítimas de exílio no contexto do conflito armado colombiano. A incorporação do exílio como ato vitimizador reconhece não apenas sua dimensão, profundidade e abrangência, mais também as trajetórias organizacionais e a agência política das vítimas que deixaram o país à força. Descrevemos aqui algumas experiências latino-americanas extraterritoriais anteriores de luta pela memória, verdade e justiça oficiais e não oficiais. Em seguida, analisamos a trajetória do coletivo de vítimas MECoPa e seus desafios. Concluímos analisando esse campo que, embora não se limite ao aparato de justiça transicional colombiano, encontra uma oportunidade única de politizar a experiência do exílio.
The Colombian National Truth Commission opened the door to the recognition of thousands of victims of exile in the context of the “armed conflict”. The incorporation of exile as a victimizing act recognizes not only its dimension, depth and scope, but also the organizational trajectories and the political agency of the victims who forcibly left the country. In this contribution, we describe some previous extra-territorial Latin American, official and unofficial experiences of struggle for memory, truth and justice. We then analyze the trajectory of MECoPa, one specific group of victims, and its challenges. We conclude by analyzing this field, which, although it is not limited to the Colombian transitional justice apparatus, finds there a unique opportunity to politicize the exile experience.
A Comissão da Verdade da Colômbia abriu as portas para o reconhecimento de milhares de vítimas de exílio no contexto do conflito armado colombiano. A incorporação do exílio como ato vitimizador reconhece não apenas sua dimensão, profundidade e abrangência, mais também as trajetórias organizacionais e a agência política das vítimas que deixaram o país à força. Descrevemos aqui algumas experiências latino-americanas extraterritoriais anteriores de luta pela memória, verdade e justiça oficiais e não oficiais. Em seguida, analisamos a trajetória do coletivo de vítimas MECoPa e seus desafios. Concluímos analisando esse campo que, embora não se limite ao aparato de justiça transicional colombiano, encontra uma oportunidade única de politizar a experiência do exílio.
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