Serological evaluation of polyvalent commercial vaccines against enterotoxemia in goats

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Fecha
12/2012
Editorial
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
Revista
ARS Veterinaria
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
2175-0106
eISSN
0102-6380
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
We evaluated the serological response of five commercial polyvalent vaccines containing epsilon toxoid of Clostridium perfringens type D. For this, 84 young goats were randomly divided into six groups, with 14 animals in each group. The goats in the control group were not vaccinated, while goats of Groups 1 to 5 received two vaccine shots four weeks apart. The first shot was administered when the goats were 45 (± 3) days old and the second at 75 (± 3). Blood samples for serological tests were collected on days zero, and 30, 60, 90, 120 and 150 after the start of the experiment. The Indirect ELISA technique was used to quantify the epsilon antitoxin antibodies for Clostridium perfringens type D. In general, the mean serum antibody titers of goats on day 60 increased as a response to the two vaccine shots received on days zero and 30. The largest number of animals considered protected was also detected on day 60, in response to the two vaccine shots. Only five animals from Group 1 and one goat from Group 3 displayed antibody titers that are considered protective up to 150 days after vaccination. Based on these results, we concluded that the evaluated vaccines showed poor ability of stimulate a protective immune response in the assessed goats.
Foram avaliadas as respostas sorológicas a cinco vacinas comerciais polivalentes que continham o toxóide épsilon do Clostridium perfringens tipo D na sua formulação. Para isso, foram utilizados 84 caprinos jovens, divididos aleatoriamente em seis grupos experimentais com 14 animais em cada grupo. Os caprinos do Grupo Controle não receberam nenhuma dose de vacina e os dos Grupos 1 ao 5 receberam duas doses de vacina com intervalo de quatro semanas entre elas. A primeira dose de vacina foi aplicada aos 45 (± 3) dias de vida dos animais (início do experimento - dia zero) e a segunda aos 75 (± 3 – dia 30). As amostras de sangue para a realização dos testes sorológicos foram colhidas antes (dia zero), e nos dias 30, 60, 90, 120 e 150 após o início do experimento. Utilizou-se a técnica de ELISA Indireto para quantificação dos anticorpos antitoxina épsilon do C. perfringens tipo D. De maneira geral ocorreu um aumento nos valores médios do título de anticorpos séricos dos caprinos no dia 60 em resposta às duas doses de vacina recebidas nos dias zero e 30, sendo que o maior número de animais considerados protegidos também foi detectado neste dia. Apenas cinco caprinos jovens do Grupo 1 e um do Grupo 3 permaneceram com títulos de anticorpos considerados protetores até o dia 150. Diante dos resultados obtidos, concluiu-se que as vacinas avaliadas apresentaram baixa capacidade de estimular uma resposta imune protetora nos caprinos avaliados.
Foram avaliadas as respostas sorológicas a cinco vacinas comerciais polivalentes que continham o toxóide épsilon do Clostridium perfringens tipo D na sua formulação. Para isso, foram utilizados 84 caprinos jovens, divididos aleatoriamente em seis grupos experimentais com 14 animais em cada grupo. Os caprinos do Grupo Controle não receberam nenhuma dose de vacina e os dos Grupos 1 ao 5 receberam duas doses de vacina com intervalo de quatro semanas entre elas. A primeira dose de vacina foi aplicada aos 45 (± 3) dias de vida dos animais (início do experimento - dia zero) e a segunda aos 75 (± 3 – dia 30). As amostras de sangue para a realização dos testes sorológicos foram colhidas antes (dia zero), e nos dias 30, 60, 90, 120 e 150 após o início do experimento. Utilizou-se a técnica de ELISA Indireto para quantificação dos anticorpos antitoxina épsilon do C. perfringens tipo D. De maneira geral ocorreu um aumento nos valores médios do título de anticorpos séricos dos caprinos no dia 60 em resposta às duas doses de vacina recebidas nos dias zero e 30, sendo que o maior número de animais considerados protegidos também foi detectado neste dia. Apenas cinco caprinos jovens do Grupo 1 e um do Grupo 3 permaneceram com títulos de anticorpos considerados protetores até o dia 150. Diante dos resultados obtidos, concluiu-se que as vacinas avaliadas apresentaram baixa capacidade de estimular uma resposta imune protetora nos caprinos avaliados.
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