El Estado Novo a ojos de liberales de Argentina y de Brasil (1937-1946)
; Vicente, Martin Alejandro 
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Fecha
09/2014
Editorial
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto de Filosofia e Ciências Sociais. Programa de Pós-Graduação em História Comparada
Revista
Revista de História Comparada
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Institución organizadora
ISSN
1981-383X
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo tiene por objeto comparar interpretaciones liberal-conservadoras de grupos políticos de Minas Gerais y sectores de la gran prensa de Buenos Aires sobre el Estado Novo, entre su proclamación en octubre de 1937 y su caída a finales de 1945. Se espera que este trabajo contribuya a un mejor conocimiento de los vínculos existentes –y las representaciones cruzadas- entre las elites políticas e intelectuales de ambos países en este período. Los análisis que efectuaron se respaldaban en una particular lectura del pasado nacional y americano así como en los problemáticos contextos nacionales e internacionales. Las lecturas del pasado apuntaban a representar al Estado Novo como ajeno a las tradiciones republicanas americanas, y por el contrario, emparentado con ideologías alejadas a la vida de Brasil en particular y de Sudamérica en general. Brasileños y argentinos hicieron usos del pasado para identificarse y establecer paralelismos y asimilaciones.
Este artigo tenta comparar as interpretações liberal-conservadoras de grupos políticos de Minas Gerais e da grande imprensa de Buenos Aires, sobre o Estado Novo, entre sua proclamação em outubro de 1937 e sua queda no final de 1945. Procura-se colaborar para uma melhor compreensão dos vínculos –e as representações cruzadas- entre as elites políticas e intelectuais de ambos os países nesse período. As análises que esses atores fizeram do Estado Novo se baseavam numa particular leitura do passado nacional e americano, assim como nos complexos contextos nacionais e internacionais. As leituras do passado representavam ao Estado Novo como alheio as tradições republicanas americanas, e pelo contrario, muito vinculado com ideologias afastadas da história do Brasil e de América do Sul em geral. Brasileiros e argentinos fizeram diversos usos desse passado para gerar identificações e estabelecer paralelismos e assimilações.
Este artigo tenta comparar as interpretações liberal-conservadoras de grupos políticos de Minas Gerais e da grande imprensa de Buenos Aires, sobre o Estado Novo, entre sua proclamação em outubro de 1937 e sua queda no final de 1945. Procura-se colaborar para uma melhor compreensão dos vínculos –e as representações cruzadas- entre as elites políticas e intelectuais de ambos os países nesse período. As análises que esses atores fizeram do Estado Novo se baseavam numa particular leitura do passado nacional e americano, assim como nos complexos contextos nacionais e internacionais. As leituras do passado representavam ao Estado Novo como alheio as tradições republicanas americanas, e pelo contrario, muito vinculado com ideologias afastadas da história do Brasil e de América do Sul em geral. Brasileiros e argentinos fizeram diversos usos desse passado para gerar identificações e estabelecer paralelismos e assimilações.
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