Principios de complejidad para la planificación de contenidos y objetivos de unidades didácticas
; Ottogalli, Maria Emilia 
Otros responsables
Fecha
01/2024
Editorial
Universidad Pedagógica Nacional
Revista
Tecné, Episteme y Didaxis
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Institución organizadora
ISSN
0121-3814
eISSN
2323-0126
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este artículo de investigación buscamos responder a la pregunta de cómo podemos reconocer e incorporar los principios del paradigma de la complejidad de Edgar Morin en algunos elementos de la planificación de la enseñanza. Luego de reconocer la importancia de un rol activo y mediador del profesorado en el diseño de unidades didácticas, tomamos los principios de la complejidad (dialógico, hologramático y recursivo) para relacionarlos con dos elementos básicos del diseño de unidades didácticas: los contenidos y los objetivos. Para ello, vinculamos estas categorías con una perspectiva de la enseñanza de las ciencias culturalmente sensible y la integración de los dominios cognitivo y afectivo, proponiendo crear zonas de interacción entre los sistemas de conocimiento tradicional y académico y superando la dicotomía razón-afectividad. Para lo anterior, aportamos fundamentos, análisis y ejemplos que esperamos puedan contribuir a la formación inicial y continua del profesorado.
In this paper, we seek to answer the question of how we can recognize and incorporate the principles of Edgar Morin’s complexity paradigm in some elements of teaching planning. After recognizing the importance of an active and mediating role of teachers in the design of didactic units, we take the principles of complexity (dialogic, hologrammatic, and recursive) to relate them to two basic elements of the design of teaching didactic units: contents and objectives. To this end, we link these categories with a culturally sensitive perspective of science teaching and the integration of cognitive and affective domains, proposing to create zones of interaction between traditional and academic knowledge systems and overcoming the dichotomy of reason and affectivity. For this purpose, we provide foundations, analyses, and examples that we hope they may contribute to the initial and ongoing teachers’ training.
Neste documento, procuramos responder à questão de como podemos reconhecer e incorporar os princípios do paradigma da complexidade de Edgar Morin em alguns elementos do planejamento do ensino. Após reconhecer a importância de um papel ativo e mediador dos professores na concepção de unidades didáticas, tomamos os princípios da complexidade (dialógica, hologramática e recursiva) para relacioná-los a dois elementos básicos da concepção de unidades didáticas: conteúdos e objetivos. Para tanto, associamos estas categorias a uma perspectiva culturalmente sensível da educação científica e da integração dos domínios cognitivos e afetivos, propondo a criação de zonas de interação entre os sistemas de conhecimento tradicionais e acadêmicos e a superação da dicotomia razão-afetividade. Para isso, fornecemos fundamentos, análises e exemplos que esperamos que possam contribuir para a formação inicial e contínua dos professores.
In this paper, we seek to answer the question of how we can recognize and incorporate the principles of Edgar Morin’s complexity paradigm in some elements of teaching planning. After recognizing the importance of an active and mediating role of teachers in the design of didactic units, we take the principles of complexity (dialogic, hologrammatic, and recursive) to relate them to two basic elements of the design of teaching didactic units: contents and objectives. To this end, we link these categories with a culturally sensitive perspective of science teaching and the integration of cognitive and affective domains, proposing to create zones of interaction between traditional and academic knowledge systems and overcoming the dichotomy of reason and affectivity. For this purpose, we provide foundations, analyses, and examples that we hope they may contribute to the initial and ongoing teachers’ training.
Neste documento, procuramos responder à questão de como podemos reconhecer e incorporar os princípios do paradigma da complexidade de Edgar Morin em alguns elementos do planejamento do ensino. Após reconhecer a importância de um papel ativo e mediador dos professores na concepção de unidades didáticas, tomamos os princípios da complexidade (dialógica, hologramática e recursiva) para relacioná-los a dois elementos básicos da concepção de unidades didáticas: conteúdos e objetivos. Para tanto, associamos estas categorias a uma perspectiva culturalmente sensível da educação científica e da integração dos domínios cognitivos e afetivos, propondo a criação de zonas de interação entre os sistemas de conhecimento tradicionais e acadêmicos e a superação da dicotomia razão-afetividade. Para isso, fornecemos fundamentos, análises e exemplos que esperamos que possam contribuir para a formação inicial e contínua dos professores.
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