Un antropólogo entre spanks: Posiciones del investigador y límites de la participación en eventos BDSM en la ciudad de Córdoba

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Fecha
07/2019
Editorial
Universidade de São Paulo
Revista
Cadernos de Campo
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0104-5679
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Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El presente escrito se pregunta por los modos de estar del investigador -en tanto sujeto situado- en una etnografía centrada en eventos BDSM, espacios donde se realizaban prácticas de bondage, dominación/sumisión y sadomasoquismo. Frente al pedido expreso de uno de los organizadores por hacer alguna de las actividades, me propongo indagar en los límites de la participación en una pesquisa preocupada por la producción de subjetividades y sujeciones a partir de formas de sociabilidad erótico-sociales. Es por ello que me pregunto ¿cómo interactuar en instancias expresamente regladas, donde entraban en juego una serie de códigos que marcaban las (im)posibilidades de interacción entre/con sumisos y dominantes? ¿Cómo responder frente a los pedidos de participación en prácticas consideradas eróticas en esos espacios? ¿Cómo se construye un ?personaje?capaz de fluir por diversos escenarios?
Este artigo questiona os modos de estar do pesquisador -como um sujeito situado- em uma etnografia focada em eventos BDSM, espaços onde foram feitas práticas de bondage, dominação/submissão e sadomasoquismo. Contra o pedido expresso de um dos organizadores para fazer qualquer das atividades, interessa-me particularmente explorar os limites da participação em uma investigação interessada na produção de subjetividades e sujeições a partir de formas erótico-sociais da sociabilidade. É por isso que me pergunto, como interagir em instâncias expressamente reguladas, onde entraram em jogo uma série de códigos que marcaram as (im)possibilidades de interação entre/com submissos e dominantes? Como responder a pedidos de participação em práticas consideradas eróticas em aqueles espaços? Como se constrói um "personagem" capaz de fluir através de diferentes cenários
This paper asks about the researcher's ways of being -as a situated subject- in an ethnography focused on BDSM events, spaces where bondage, domination/submission and sadomasochism practices were performed. Faced with the express request of one of the organizers to do some of the activities, I intend to investigate the limits of participation in a research concerned with the production of subjectivities and subjections from forms of social-erotic sociability. That is why I wonder how to interact in expressly regulated instances, where a series of codes that marked the (im)possibilities of interaction between/with submissives and dominants came into play? How to respond to requests for participation in practices considered erotic in those places? How to construct a "character" capable of flowing through different scenarios?
Este artigo questiona os modos de estar do pesquisador -como um sujeito situado- em uma etnografia focada em eventos BDSM, espaços onde foram feitas práticas de bondage, dominação/submissão e sadomasoquismo. Contra o pedido expresso de um dos organizadores para fazer qualquer das atividades, interessa-me particularmente explorar os limites da participação em uma investigação interessada na produção de subjetividades e sujeições a partir de formas erótico-sociais da sociabilidade. É por isso que me pergunto, como interagir em instâncias expressamente reguladas, onde entraram em jogo uma série de códigos que marcaram as (im)possibilidades de interação entre/com submissos e dominantes? Como responder a pedidos de participação em práticas consideradas eróticas em aqueles espaços? Como se constrói um "personagem" capaz de fluir através de diferentes cenários
This paper asks about the researcher's ways of being -as a situated subject- in an ethnography focused on BDSM events, spaces where bondage, domination/submission and sadomasochism practices were performed. Faced with the express request of one of the organizers to do some of the activities, I intend to investigate the limits of participation in a research concerned with the production of subjectivities and subjections from forms of social-erotic sociability. That is why I wonder how to interact in expressly regulated instances, where a series of codes that marked the (im)possibilities of interaction between/with submissives and dominants came into play? How to respond to requests for participation in practices considered erotic in those places? How to construct a "character" capable of flowing through different scenarios?
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