Un retorno para el retorno: Primera Plana y las elecciones de 1983

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Fecha
04/2026
Editorial
Universidad de Palermo. Facultad de Diseño y Comunicación
Revista
Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación
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Institución organizadora
ISSN
1668-0227
eISSN
1853-3523
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
La revista Primera Plana, icono del periodismo de interpretación en los años 60, tuvo una segunda época a partir de marzo de 1983, con una línea editorial abiertamente favorable al peronismo histórico, que se aprestaba a dar la batalla electoral en los comicios presidenciales de octubre de 1983. En este artículo nos proponemos analizar sus posiciones editoriales a partir de ciertas preguntas que funcionarán como guías: ¿Cómo evaluó la revista el escenario político de la “transición”? ¿Cuál fue su balance sobre la dictadura que finalizaba y sobre la reorganización partidaria que se dio durante 1983? ¿Cómo se posicionó ante las diferencias internas que atravesaron al peronismo en esta etapa? ¿Cuál fue su posición ante el crecimiento de la figura de Raúl Alfonsín como nuevo líder carismático del radicalismo? Y, finalmente, ¿cómo evaluó la derrota del peronismo en las elecciones presidenciales de octubre y qué perspectiva de futuro planteó para la nueva democracia?
The magazine Primera Plana, an icon of interpretive journalism in the 1960s, entered a second phase beginning in March 1983, with an editorial line openly favorable to the historical Peronist movement, which was preparing to wage its electoral battle in the presidential elections of October 1983. In this article, we propose to analyze its editorial positions based on certain guiding questions: How did the magazine assess the political landscape of the “transition”? What was its assessment of the ending dictatorship and the party reorganization that took place during 1983? How did it position itself regarding the internal divisions that plagued Peronism during this period? What was its stance on the rise of Raúl Alfonsín as the new charismatic leader of the Radical Civic Union? And finally, how did it evaluate the defeat of Peronism in the October presidential elections, and what future perspective did it offer for the new democracy?
A revista Primera Plana, ícone do jornalismo interpretativo na década de 1960, entrou em uma segunda fase a partir de março de 1983, com uma linha editorial abertamente favorável ao movimento peronista histórico, que se preparava para travar sua batalha eleitoral nas eleições presidenciais de outubro de 1983. Neste artigo, propomos analisar suas posições editoriais a partir de algumas questões norteadoras: Como a revista avaliou o cenário político da “transição”? Qual foi sua avaliação do fim da ditadura e da reorganização partidária ocorrida em 1983? Como se posicionou em relação às divisões internas que assolavam o peronismo nesse período? Qual foi sua posição sobre a ascensão de Raúl Alfonsín como o novo líder carismático da União Cívica Radical? E, finalmente, como avaliou a derrota do peronismo nas eleições presidenciais de outubro e qual perspectiva futura ofereceu para a nova democracia?
The magazine Primera Plana, an icon of interpretive journalism in the 1960s, entered a second phase beginning in March 1983, with an editorial line openly favorable to the historical Peronist movement, which was preparing to wage its electoral battle in the presidential elections of October 1983. In this article, we propose to analyze its editorial positions based on certain guiding questions: How did the magazine assess the political landscape of the “transition”? What was its assessment of the ending dictatorship and the party reorganization that took place during 1983? How did it position itself regarding the internal divisions that plagued Peronism during this period? What was its stance on the rise of Raúl Alfonsín as the new charismatic leader of the Radical Civic Union? And finally, how did it evaluate the defeat of Peronism in the October presidential elections, and what future perspective did it offer for the new democracy?
A revista Primera Plana, ícone do jornalismo interpretativo na década de 1960, entrou em uma segunda fase a partir de março de 1983, com uma linha editorial abertamente favorável ao movimento peronista histórico, que se preparava para travar sua batalha eleitoral nas eleições presidenciais de outubro de 1983. Neste artigo, propomos analisar suas posições editoriais a partir de algumas questões norteadoras: Como a revista avaliou o cenário político da “transição”? Qual foi sua avaliação do fim da ditadura e da reorganização partidária ocorrida em 1983? Como se posicionou em relação às divisões internas que assolavam o peronismo nesse período? Qual foi sua posição sobre a ascensão de Raúl Alfonsín como o novo líder carismático da União Cívica Radical? E, finalmente, como avaliou a derrota do peronismo nas eleições presidenciais de outubro e qual perspectiva futura ofereceu para a nova democracia?
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