La entrada general al Chaco de 1759: aportes etnográficos para la interpretación histórica
; Sosnowski, Daniela 
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Fecha
01/2024
Editorial
Universidad Nacional de Río Cuarto. Facultad de Humanidades
Revista
Tefros
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ISSN
1669-726X
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Idioma
Español
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Resumen
Entre los meses de marzo y junio de 1759 se llevó a cabo una entrada general al Chaco en la que participaron las gobernaciones del Tucumán, Buenos Aires y Paraguay. A pesar de la enorme cantidad de documentos que se produjeron en esa instancia –tanto escritos como mapas y croquis–, este episodio ha suscitado escaso interés historiográfico. En este artículo proponemos revisar la entrada a partir de un abordaje histórico-antropológico que resitúa a las fuentes en sus contextos de producción, atendiendo a las relaciones complejas que vinculan los hechos empíricos –el plano de la acción–, los imaginarios –el plano de la representación– y lo que se registra –el plano discursivo–. De esta manera, presentamos una nueva lectura de la entrada que profundiza tanto en el desarrollo fáctico del acontecimiento histórico como en los objetivos y motivaciones de los diversos actores hispanocriollos y en los diferentes contextos interétnicos dentro del complejo fronterizo chaqueño, que contribuyen a la interpretación etnográfica del episodio.
Between March and June of 1759, a general military campaign (“entrada general”) towards Chaco was held by the Governance of Tucumán, Buenos Aires and Paraguay. Despite the high amount of documents that were produced at the moment –both written papers and maps– this event has aroused little interest in historiography. In this paper, we aim at reviewing this military campaign from a historico-anthropological approach that resituates the documents in their contexts of production, by considering the complex relationships that link empirical facts –the actions–, imaginaries –the representations– and what is registered in the documents –the discourses. In this way, we present an ethnographic interpretation of the military campaign that delves into the facts, the different actors’ objectives and motivations, and the distinct interethnic scenarios that were developed on the borders of Chaco.
Entre os meses de março e junho de 1759 foi realizada uma “entrada geral” ao interior do Chaco, da qual participaram as gobernaciones de Tucumán, Buenos Aires e Paraguai. Apesar da enorme quantidade de documentos produzidos – tanto escritos como mapas – este episódio despertou pouco interesse historiográfico. Neste artigo, propomos revisar a campanha a partir de uma abordagem históricoantropológica que ressitua os documentos em seus contextos de produção, levando em conta as complexas relações que ligam os fatos –o plano da ação–, os imaginários –o plano da representação– e o que foi registrado nos documentos –o plano discursivo–. Desta forma, apresentamos uma nova interpretação etnográfica do acontecimento, que busca aprofundar tanto nos fatos quanto nos objetivos e motivações dos vários atores e nos diferentes contextos interétnicos dentro do complexo fronteiriço do Chaco.
Between March and June of 1759, a general military campaign (“entrada general”) towards Chaco was held by the Governance of Tucumán, Buenos Aires and Paraguay. Despite the high amount of documents that were produced at the moment –both written papers and maps– this event has aroused little interest in historiography. In this paper, we aim at reviewing this military campaign from a historico-anthropological approach that resituates the documents in their contexts of production, by considering the complex relationships that link empirical facts –the actions–, imaginaries –the representations– and what is registered in the documents –the discourses. In this way, we present an ethnographic interpretation of the military campaign that delves into the facts, the different actors’ objectives and motivations, and the distinct interethnic scenarios that were developed on the borders of Chaco.
Entre os meses de março e junho de 1759 foi realizada uma “entrada geral” ao interior do Chaco, da qual participaram as gobernaciones de Tucumán, Buenos Aires e Paraguai. Apesar da enorme quantidade de documentos produzidos – tanto escritos como mapas – este episódio despertou pouco interesse historiográfico. Neste artigo, propomos revisar a campanha a partir de uma abordagem históricoantropológica que ressitua os documentos em seus contextos de produção, levando em conta as complexas relações que ligam os fatos –o plano da ação–, os imaginários –o plano da representação– e o que foi registrado nos documentos –o plano discursivo–. Desta forma, apresentamos uma nova interpretação etnográfica do acontecimento, que busca aprofundar tanto nos fatos quanto nos objetivos e motivações dos vários atores e nos diferentes contextos interétnicos dentro do complexo fronteiriço do Chaco.
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