Improvisación musical como intervención para modular la memoria emocional: Un estudio exploratorio en personas mayores con demencia
; López, Morena ; Justel, Nadia 
Otros responsables
Fecha
12/2025
Editorial
Centro de Estudios Académicos en Neuropsicología
Revista
Cuadernos de Neuropsicología
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Institución organizadora
ISSN
0718-4123
eISSN
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Idioma
Español
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Resumen
Introducción: El aumento de la prevalencia de demencias en la población mundial plantea discusiones en torno a la salud pública, por lo que se busca desarrollar estrategias que permitan abordar aspectos cognitivos y de bienestar. En este estudio exploratorio se evaluó si una intervención focal de improvisación musical puede modular la consolidación de memorias episódicas de personas mayores con demencia moderada y severa. Materiales y método: Once participantes (M = 81.74, DE = 2.77; 73% mujeres) aprendieron una secuencia de imágenes emocionales y neutras e inmediatamente después fueron asignadas pseudoaleatoriamente a un grupo de improvisación musical o silencio. Se midió la memoria de manera inmediata y diferida (siete días después) mediante tareas de recuerdo libre y reconocimiento. Resultados: Aunque no se observaron diferencias en el recuerdo libre, el grupo que improvisó musicalmente reconoció más imágenes emocionales en la medida diferida (p = .03, r = 0.54). Conclusiones: La improvisación musical podría favorecer la consolidación de la memoria mediante mecanismos emocionales y sociales aún preservados en la demencia. Estos resultados apoyan la integración de intervenciones musicales creativas en programas de estimulación cognitiva y ofrecen evidencia preliminar sobre el potencial neurocognitivo de la improvisación como herramienta terapéutica en el envejecimiento y la demencia
The increase in the prevalence of dementia in the global population raises discussions about public health, in response to which strategies are being developed to address cognitive and well-being issues. This exploratory study evaluated whether a focused musical improvisation intervention can modulate the consolidation of episodic memories in older adults with moderate to severe dementia. Materials and methods: Eleven participants (M = 81.74, SD = 2.77; 73% women) learned a sequence of emotional and neutral pictures and were immediately assigned at pseudo-random to a musical improvisation or silence group. Immediate and delayed (seven days later) memory was measured using free recall and recognition tasks. Results: Although no differences were observed in free recall, the group that improvised music recognized more emotional pictures at the delayed measurement (p = .03, r = 0.54). Conclusions: Musical improvisation may promote memory consolidation through emotional and social mechanisms that are still preserved in dementia. These results support the integration of creative musical interventions into cognitive stimulation programs and offer preliminary evidence of the neurocognitive potential of improvisation as a therapeutic tool in aging and dementia.
Contexto: O aumento da prevalência de demências na população mundial levanta discussões no âmbito da saúde pública, frente às quais se buscam estratégias capazes de abordar aspectos cognitivos e de bem-estar. Neste estudo exploratório, avaliou-se se uma intervenção focal de improvisação musical pode modular a consolidação de memórias episódicas em pessoas idosas com demência moderada e grave. Materiais e método: Onze participantes (M = 81,74; DP = 2,77; 73% mulheres) aprenderam uma sequência de imagens emocionais e neutras e, imediatamente após, foram pseudoaleatoriamente designados para um grupo de improvisação musical ou silêncio. A memória foi avaliada de forma imediata e diferida (sete dias depois) por meio de tarefas de recordação livre e reconhecimento. Resultados: Embora não tenham sido observadas diferenças na recordação livre, o grupo que realizou improvisação musical reconheceu mais imagens emocionais na avaliação diferida (p = .03; r = 0,54). Conclusões: A improvisação musical pode favorecer a consolidação da memória por meio de mecanismos emocionais e sociais ainda preservados na demência. Esses resultados apoiam a integração de intervenções musicais criativas em programas de estimulação cognitiva e oferecem evidências preliminares sobre o potencial neurocognitivo da improvisação como ferramenta terapêutica no envelhecimento e na demência.
The increase in the prevalence of dementia in the global population raises discussions about public health, in response to which strategies are being developed to address cognitive and well-being issues. This exploratory study evaluated whether a focused musical improvisation intervention can modulate the consolidation of episodic memories in older adults with moderate to severe dementia. Materials and methods: Eleven participants (M = 81.74, SD = 2.77; 73% women) learned a sequence of emotional and neutral pictures and were immediately assigned at pseudo-random to a musical improvisation or silence group. Immediate and delayed (seven days later) memory was measured using free recall and recognition tasks. Results: Although no differences were observed in free recall, the group that improvised music recognized more emotional pictures at the delayed measurement (p = .03, r = 0.54). Conclusions: Musical improvisation may promote memory consolidation through emotional and social mechanisms that are still preserved in dementia. These results support the integration of creative musical interventions into cognitive stimulation programs and offer preliminary evidence of the neurocognitive potential of improvisation as a therapeutic tool in aging and dementia.
Contexto: O aumento da prevalência de demências na população mundial levanta discussões no âmbito da saúde pública, frente às quais se buscam estratégias capazes de abordar aspectos cognitivos e de bem-estar. Neste estudo exploratório, avaliou-se se uma intervenção focal de improvisação musical pode modular a consolidação de memórias episódicas em pessoas idosas com demência moderada e grave. Materiais e método: Onze participantes (M = 81,74; DP = 2,77; 73% mulheres) aprenderam uma sequência de imagens emocionais e neutras e, imediatamente após, foram pseudoaleatoriamente designados para um grupo de improvisação musical ou silêncio. A memória foi avaliada de forma imediata e diferida (sete dias depois) por meio de tarefas de recordação livre e reconhecimento. Resultados: Embora não tenham sido observadas diferenças na recordação livre, o grupo que realizou improvisação musical reconheceu mais imagens emocionais na avaliação diferida (p = .03; r = 0,54). Conclusões: A improvisação musical pode favorecer a consolidação da memória por meio de mecanismos emocionais e sociais ainda preservados na demência. Esses resultados apoiam a integração de intervenções musicais criativas em programas de estimulação cognitiva e oferecem evidências preliminares sobre o potencial neurocognitivo da improvisação como ferramenta terapêutica no envelhecimento e na demência.
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