Producción de lo común en cuidados sobre salud sexual no reproductiva: La experiencia de Socorristas en Red acompañando abortos feministas en Argentina
; Argañaraz, Maria Milagros 
Otros responsables
Fecha
12/2025
Editorial
Universidade Federal da Grande Dourados. Faculdade de Ciências Humanas
Revista
Ñanduty
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Institución organizadora
ISSN
2317-8590
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Idioma
Español
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Resumen
Desde la epistemología feminista y la Psicología Social comunitaria crítica, este estudio tiene como objetivo conocer las prácticas instituyentes de lo común y agenciamientos colectivos de cuidados en salud sexual no reproductiva que despliega la agrupación feminista Socorristas en Red en el Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA) de Argentina. El país, en las últimas décadas, protagonizó un movimiento social de exigibilidad de derechos que logró en diciembre del año 2020, la sanción de la Ley N° 27.610 de Interrupción Voluntaria del Embarazo (IVE). La Marea Verde, en tanto organización social autogestionada, propició un proceso masivo de politización del cuerpo, del deseo y de subjetividades vinculadas con el reclamo por el derecho a decidir. También facilitó la emergencia de redes de cuidados, como es el caso de las Socorristas. El presente trabajo es un estudio exploratorio descriptivo, con metodología cualitativa, en el que se realizaron entrevistas en profundidad y un grupo de discusión a integrantes de la Red de Socorristas. En los resultados, se identificaron prácticas instituyentes de lo común que despliegan las Socorristas para garantizar derechos sexuales no reproductivos a mujeres y personas con capacidad de gestar. También, se identificaron cambios personales y procesos agenciamiento colectivo y subjetivo en las propias integrantes de Socorristas al realizar su tarea diaria de acompañar abortos.
From a perspective of feminist epistemology and critical community Social Psychology, this study aims to understand the practices that establish the commons and the collective arrangements for non-reproductive sexual health care deployed by the feminist group Socorristas en Red in the Metropolitan Area of Buenos Aires (AMBA). In recent decades, Argentina has witnessed a social movement demanding rights, which achieved the passage of Law No. 27,610 on Voluntary Termination of Pregnancy (VTP) in December 2020. The Green Tide, as a self-managed social organization, fostered a massive process of politicization of the body, desire, and subjectivities linked to the demand for the right to decide. It also facilitated the emergence of care networks, such as the Socorristas. This paper is a descriptive exploratory study using qualitative methodology. Ten in-depth interviews and a focus group were conducted with members of the Socorristas Network. The results identified common institutional practices deployed by the Socorristas to guarantee non-reproductive sexual rights for women and people with childbearing potential. Personal changes and collective and subjective agency processes were also identified among the Socorristas members themselves in their daily work of accompanying abortions.
A partir de uma epistemologia feminista e da perspectiva da Psicologia Social comunitária crítica, este estudo visa compreender as práticas que estabelecem os arranjos comuns e coletivos para o cuidado da saúde sexual não reprodutiva, implementados pelo grupo feminista Socorristas en Red na Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA). Nas últimas décadas, a Argentina tem sido protagonista de um movimento social reivindicativo de direitos, o que levou à aprovação da Lei nº 27.610 sobre Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) em dezembro de 2020. A Maré Verde, como organização social autogestionada, fomentou uma politização massiva do corpo, do desejo e das subjetividades vinculadas à reivindicação do direito de decidir. Também facilitou o surgimento de redes de cuidado, como as Socorristas. Este artigo é um estudo exploratório descritivo com metodologia qualitativa. Dez entrevistas em profundidade e um grupo focal foram conduzidos com membros da Rede de Socorristas. Os resultados identificaram práticas institucionais comuns utilizadas pelas Socorristas para garantir direitos sexuais não reprodutivos às mulheres e pessoas com potencial para engravidar. Mudanças pessoais e processos de agência coletiva e subjetiva também foram identificados entre os próprios membros das Socorristas enquanto realizavam sua tarefa diária de acompanhar abortos.
From a perspective of feminist epistemology and critical community Social Psychology, this study aims to understand the practices that establish the commons and the collective arrangements for non-reproductive sexual health care deployed by the feminist group Socorristas en Red in the Metropolitan Area of Buenos Aires (AMBA). In recent decades, Argentina has witnessed a social movement demanding rights, which achieved the passage of Law No. 27,610 on Voluntary Termination of Pregnancy (VTP) in December 2020. The Green Tide, as a self-managed social organization, fostered a massive process of politicization of the body, desire, and subjectivities linked to the demand for the right to decide. It also facilitated the emergence of care networks, such as the Socorristas. This paper is a descriptive exploratory study using qualitative methodology. Ten in-depth interviews and a focus group were conducted with members of the Socorristas Network. The results identified common institutional practices deployed by the Socorristas to guarantee non-reproductive sexual rights for women and people with childbearing potential. Personal changes and collective and subjective agency processes were also identified among the Socorristas members themselves in their daily work of accompanying abortions.
A partir de uma epistemologia feminista e da perspectiva da Psicologia Social comunitária crítica, este estudo visa compreender as práticas que estabelecem os arranjos comuns e coletivos para o cuidado da saúde sexual não reprodutiva, implementados pelo grupo feminista Socorristas en Red na Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA). Nas últimas décadas, a Argentina tem sido protagonista de um movimento social reivindicativo de direitos, o que levou à aprovação da Lei nº 27.610 sobre Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) em dezembro de 2020. A Maré Verde, como organização social autogestionada, fomentou uma politização massiva do corpo, do desejo e das subjetividades vinculadas à reivindicação do direito de decidir. Também facilitou o surgimento de redes de cuidado, como as Socorristas. Este artigo é um estudo exploratório descritivo com metodologia qualitativa. Dez entrevistas em profundidade e um grupo focal foram conduzidos com membros da Rede de Socorristas. Os resultados identificaram práticas institucionais comuns utilizadas pelas Socorristas para garantir direitos sexuais não reprodutivos às mulheres e pessoas com potencial para engravidar. Mudanças pessoais e processos de agência coletiva e subjetiva também foram identificados entre os próprios membros das Socorristas enquanto realizavam sua tarefa diária de acompanhar abortos.
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