"¿Te tengo que seguir hablando de…?": reflexiones y sugerencias metodológicas para trabajar a partir de la desigualdad comunicativa en la toma de historias de vida
; Soich, Matías 
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Fecha
06/2016
Editorial
Thesaurus Editora de Brasília
Revista
Cadernos de Linguagem e Sociedade
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ISSN
0104-9712
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo reflexiona sobre las historias de vida como modo de recolección de datos en investigaciones sociales orientadas a contribuir al conocimiento de los mecanismos discursivos que sostienen la dominación y la exclusión. Nos ocuparemos de la desigualdad comunicativa, que es inherente a todo proceso comunicacional y, en consecuencia, se manifiesta en la recolección de historias de vida. El objetivo específico es dar cuenta de las complejidades que surgen a partir de las diferencias comunicativas en la toma de historias de vida y ofrecer sugerencias y estrategias concretas, sobre la base de nuestras investigaciones y desde conceptos lingüísticos, a fin de facilitar la relación comunicativa. Una conclusión importante es que la desigualdad comunicativa, especialmente inherente a la figura del investigador, no sólo no puede ser olvidada, sino que debe ser incorporada a las investigaciones del modo más productivo posible.
This paper reflects on life stories as means to gather data in social research concerned with contributing to knowledge on the discursive mechanisms that sustain social domination and exclusion. We consider communicative inequality as inherent to any communicational process and, therefore, also manifest in the gathering of life stories. The specific aim of this paper is to convey the complexities that arise from communicative differences in the gathering of life stories, and to offer concrete suggestions and strategies –based on our research and entailing linguistic concepts– to facilitate the communicative relation. An important conclusion in this regard is that communicative inequality, which is especially inherent to the image of the researcher, not only cannot be forgotten, but should be incorporated into research as productively as possible.
Este trabalho apresenta reflexões sobre a história de vida como método de geração de dados em pesquisas sociais orientadas a contribuir para o conhecimento dos mecanismos discursivos que sustentam a dominação e a exclusão. O foco é a desigualdade comunicativa, inerente a todo processo comunicacional, e os modos como se manifesta no processo de geração de histórias de vida. O objetivo específico do trabalho é explorar as complexidades que resultam das diferenças comunicativas na gravação de histórias de vida, oferecendo sugestões de estratégias concretas, baseadas em nossas investigações e em conceitos da linguística, que possam facilitar a relação comunicativa. Uma conclusão de relevo é que a desigualdade comunicativa, especialmente inerente ao processo de investigação, além de não poder ser ignorada deve ser incorporada às investigações do modo mais produtivo possível.
This paper reflects on life stories as means to gather data in social research concerned with contributing to knowledge on the discursive mechanisms that sustain social domination and exclusion. We consider communicative inequality as inherent to any communicational process and, therefore, also manifest in the gathering of life stories. The specific aim of this paper is to convey the complexities that arise from communicative differences in the gathering of life stories, and to offer concrete suggestions and strategies –based on our research and entailing linguistic concepts– to facilitate the communicative relation. An important conclusion in this regard is that communicative inequality, which is especially inherent to the image of the researcher, not only cannot be forgotten, but should be incorporated into research as productively as possible.
Este trabalho apresenta reflexões sobre a história de vida como método de geração de dados em pesquisas sociais orientadas a contribuir para o conhecimento dos mecanismos discursivos que sustentam a dominação e a exclusão. O foco é a desigualdade comunicativa, inerente a todo processo comunicacional, e os modos como se manifesta no processo de geração de histórias de vida. O objetivo específico do trabalho é explorar as complexidades que resultam das diferenças comunicativas na gravação de histórias de vida, oferecendo sugestões de estratégias concretas, baseadas em nossas investigações e em conceitos da linguística, que possam facilitar a relação comunicativa. Uma conclusão de relevo é que a desigualdade comunicativa, especialmente inerente ao processo de investigação, além de não poder ser ignorada deve ser incorporada às investigações do modo mais produtivo possível.
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