Del otro lado del alambrado: Conflictos territoriales y lucha por la tierra de los campesinos indígenas Qom en el Chaco argentino

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Fecha
05/2020
Editorial
Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia
Revista
Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária
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Institución organizadora
ISSN
1806-6755
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo reúne las experiencias de trabajo colectivo y resultados de cartografía social sobre conflictos territoriales de los campesinos pertenecientes al pueblo originario Qom que habitan los parajes rurales de la localidad de Pampa del Indio, provincia de Chaco (noreste de Argentina). Se ubican y analizan, desde una perspectiva socio-histórica, los conflictos territoriales –legales, de despojo reciente y ambientales- que acontecen allí en relación al nuevo avance de las fronteras del capital. Al respecto se reflexiona sobre la manera en que los indígenas dirimen estos problemas en el terreno jurídico y burocrático pero también con el despliegue de estrategias etnopolíticas a través de movimientos sociales, como la Federación Nacional Campesina. Allí apelan a la toma de tierras como estrategia para visibilizar colectivamente los reclamos y poder demandarla en un escenario de mayor autonomía de acción y en otras condiciones políticas.
Este artigo reúne as experiências de trabalho coletivo e os resultados da cartografia social sobre os conflitos territoriais de camponeses pertencentes aos Qom, povos indígenas que habitam as zonas rurais de Pampa del Indio, província do Chaco (Argentina). A partir de uma perspectiva sócio-histórica, são localizados e analisados os conflitos territoriais - legais, de desapropriações recentes e ambientais - que aí ocorrem em meio ao novo avanço das fronteiras do capital. Neste sentido, reflete-se sobre como os indígenas dirimem esses problemas no terreno jurídico e burocrático, mas também a implementação de estratégias de etnopolíticas através de movimentos sociais, como a Federación Nacional Campesina, onde apelam a apreensão de terras como uma estratégia para coletivamente tornar as reivindicações visíveis e exigi-las em um cenário de maior autonomia de ação e em outras condições políticas.
This article gathers the experiences of collective work and results of social cartography on territorial conflicts of the indigenous peasants belonging to the native Qom people. They live in the rural areas of Pampa del Indio, province of Chaco (northeast of Argentina). From a socio-historical perspective, it is located and analyzed the territorial conflicts (especially the legal, ecological and recent dispossession conflicts) that take place there in relation to the recent advance of capitalism. In this sense, it is pondered on the way in which the indigenous people settle these problems in the legal and bureaucratic terrain but also with the deployment of ethnopolitical strategies through social movements, such as the “Federación Nacional Campesina”. There, they appeal to the land seizure as a strategy to collectively make claims visible and to demand them in a scenario of greater autonomy of action and in other political conditions.
Este artigo reúne as experiências de trabalho coletivo e os resultados da cartografia social sobre os conflitos territoriais de camponeses pertencentes aos Qom, povos indígenas que habitam as zonas rurais de Pampa del Indio, província do Chaco (Argentina). A partir de uma perspectiva sócio-histórica, são localizados e analisados os conflitos territoriais - legais, de desapropriações recentes e ambientais - que aí ocorrem em meio ao novo avanço das fronteiras do capital. Neste sentido, reflete-se sobre como os indígenas dirimem esses problemas no terreno jurídico e burocrático, mas também a implementação de estratégias de etnopolíticas através de movimentos sociais, como a Federación Nacional Campesina, onde apelam a apreensão de terras como uma estratégia para coletivamente tornar as reivindicações visíveis e exigi-las em um cenário de maior autonomia de ação e em outras condições políticas.
This article gathers the experiences of collective work and results of social cartography on territorial conflicts of the indigenous peasants belonging to the native Qom people. They live in the rural areas of Pampa del Indio, province of Chaco (northeast of Argentina). From a socio-historical perspective, it is located and analyzed the territorial conflicts (especially the legal, ecological and recent dispossession conflicts) that take place there in relation to the recent advance of capitalism. In this sense, it is pondered on the way in which the indigenous people settle these problems in the legal and bureaucratic terrain but also with the deployment of ethnopolitical strategies through social movements, such as the “Federación Nacional Campesina”. There, they appeal to the land seizure as a strategy to collectively make claims visible and to demand them in a scenario of greater autonomy of action and in other political conditions.
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