Descolonizando nuestro lenguaje oral, escrito, visual: Las teorías críticas de Anzaldúa, Segato y Cusicanqui para repensar la Argentina

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Fecha
12/2024
Editorial
Universidade Federal de Pernambuco
Revista
Revista de Estudos Antiutilitaristas e Poscoloniais
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ISSN
2179-7501
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Idioma
Español
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Resumen
En el marco de un gironeocolonial en Argentina, señalo la urgencia de descolonizar nuestro lenguaje.Para ello, reviso las reflexiones sobre el lenguaje de tres autoraslatinoamericanistas de la tradición decolonial de pensamiento: Gloria Anzaldúa,Rita Segato y Silvia Rivera Cusicanqui. Me planteo realizar un doblemovimiento. Por un lado, desplegar una crítica de los lenguajes dominantes hoyen la Argentina, asociados a los llamados "discursos de odio", y, porotro, desplegar un fortalecimiento de los lenguajes alternativos a losdominantes -asociados, por ejemplo, al llamado "lenguaje inclusivo"-.Considero que las perspectivas de Anzaldúa, Segato y Cusicanqui aportanelementos para la construcción de una "teoría crítica del lenguaje".Finalmente, usaré los conceptos de dicha teoría crítica para repensar algunosproblemas acuciantes de la Argentina actual.
No contexto de uma virada neocolonial na Argentina, ressalto a urgência de descolonizar nossa linguagem. Para isso, reviso as reflexões sobre linguagem de três autoras latino-americanistas da tradição de pensamento decolonial: Gloria Anzaldúa, Rita Segato e Silvia Rivera Cusicanqui. Proponho realizar um duplo movimento. Por um lado, desenvolver uma crítica às linguagens dominantes hoje na Argentina, associadas aos chamados "discursos de ódio", e, por outro, fomentar o fortalecimento de linguagens alternativas às dominantes – associadas, por exemplo, ao chamado "linguagem inclusiva". Considero que as perspectivas de Anzaldúa, Segato e Cusicanqui oferecem elementos para a construção de uma "teoria crítica da linguagem". Por fim, utilizarei os conceitos dessa teoria crítica para repensar alguns problemas urgentes da Argentina atual.
Within the framework of a neocolonial turn in Argentina, I point out the urgency of decolonizing our language. To do this, I review the reflections on language of three Latin American authors from the decolonial tradition of thought: Gloria Anzaldúa, Rita Segato and Silvia Rivera Cusicanqui. I will be making a double movement. On the one hand, I will deploy a critique of the dominant languages today in Argentina, associated with the so-called "hate speeches", and, on the other, I will deploy a strengthening of alternative languages -associated, for example, with the so-called "inclusive language." I consider that the perspectives of Anzaldúa, Segato and Cusicanqui provide elements for the construction of a "critical theory of language." Finally, I will use the concepts of this critical theory to rethink some pressing problems in current Argentina.
No contexto de uma virada neocolonial na Argentina, ressalto a urgência de descolonizar nossa linguagem. Para isso, reviso as reflexões sobre linguagem de três autoras latino-americanistas da tradição de pensamento decolonial: Gloria Anzaldúa, Rita Segato e Silvia Rivera Cusicanqui. Proponho realizar um duplo movimento. Por um lado, desenvolver uma crítica às linguagens dominantes hoje na Argentina, associadas aos chamados "discursos de ódio", e, por outro, fomentar o fortalecimento de linguagens alternativas às dominantes – associadas, por exemplo, ao chamado "linguagem inclusiva". Considero que as perspectivas de Anzaldúa, Segato e Cusicanqui oferecem elementos para a construção de uma "teoria crítica da linguagem". Por fim, utilizarei os conceitos dessa teoria crítica para repensar alguns problemas urgentes da Argentina atual.
Within the framework of a neocolonial turn in Argentina, I point out the urgency of decolonizing our language. To do this, I review the reflections on language of three Latin American authors from the decolonial tradition of thought: Gloria Anzaldúa, Rita Segato and Silvia Rivera Cusicanqui. I will be making a double movement. On the one hand, I will deploy a critique of the dominant languages today in Argentina, associated with the so-called "hate speeches", and, on the other, I will deploy a strengthening of alternative languages -associated, for example, with the so-called "inclusive language." I consider that the perspectives of Anzaldúa, Segato and Cusicanqui provide elements for the construction of a "critical theory of language." Finally, I will use the concepts of this critical theory to rethink some pressing problems in current Argentina.
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