Saberes y disputas socializadas en el marco de la Escuela Latinoamericana de Autogestión del Hábitat de la SELVIHP
; Zapata, María Cecilia 
Otros responsables
Fecha
10/2022
Editorial
Universidade Federal Fluminense. Programa de Pós-Graduação em Geografia
Revista
Geographia
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Institución organizadora
ISSN
2674-8126
eISSN
2674-8126
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo recupera como objeto de análisis uno de los dispositivos constitutivos de la SELVIHP (Secretaría Latinoamericana de la Vivienda y el Hábitat Popular): la Escuela Latinoamericana de Autogestión del Hábitat (ELAH). Específicamente se busca analizar a la ELAH en términos de estrategia impulsada por la Secretaria para el encuentro y producción de saberes y conocimientos, y como táctica de integración regional entre organizaciones populares y resistencias construidas desde una perspectiva autogestionaria de la producción del hábitat. A partir de una metodología cualitativa de abordaje, se busca reflexionar en torno a las características que la Escuela imprime a la movilidad de ideas y prácticas que se articulan entre los movimientos socioterritoriales miembros de la SELVIHP a escala regional, el papel que juega este dispositivo en la producción de conocimientos situados -dentro de la estrategia de la SELVIHP y como articulación de sus movimientos- y, en particular, las estrategias empleadas para sostener el espacio durante el contexto de la pandemia COVID19 en términos de apropiación del territorio de la virtualidad.A partir de una metodología cualitativa de abordaje, se busca reflexionar en torno a las características que la Escuela imprime a la movilidad de ideas y prácticas que se articulan entre los movimientos socioterritoriales miembros de la SELVIHP a escala regional, el papel que juega este dispositivo en la producción de conocimientos situados -dentro de la estrategia de la SELVIHP y como articulación de sus movimientos- y, en particular, las estrategias empleadas para sostener el espacio durante el contexto de la pandemia COVID19 en términos de apropiación del territorio de la virtualidad.
Este artigo recupera como objeto de análise um dos dispositivos constituintes da SELVIHP (Secretaria Latino-Americana de Habitação e Habitat Popular): a Escola Latino-Americana de Autogestão de Habitat (ELAH). Especificamente, busca analisar o ELAH em termos de estratégia promovida pela Secretaria para o encontro e produção de conhecimento e conhecimento, e como tática de integração regional entre organizações populares e resistências construídas a partir de uma perspectiva auto-gerida da produção de habitat. A partir de uma metodologia qualitativa de abordagem, busca refletir sobre as características que a Escola imprime na mobilidade de ideias e práticas que se articulam entre os movimentos socioterriculais integrantes do SELVIHP em nível regional, o papel que este dispositivo desempenha na produção de conhecimento localizado -dentro da estratégia do SELVIHP e como articulação de seus movimentos- e, em particular, as estratégias empregadas para sustentar o espaço durante o contexto da pandemia COVID19 em termos de apropriação do território da virtualidade
This article recovers as an object of analysis one of the constitutive devices of the SELVIHP (Latin American Secretariat of Housing and Popular Habitat): the Latin American School of Habitat Self-Management (ELAH). Specifically, it seeks to analyze ELAH in terms of a strategy promoted by the Secretariat for the meeting and production of knowledge and knowledge, and as a regional integration tactic between popular organizations and resistance built from a self-managed perspective of habitat production. Based on a qualitative approach methodology, we seek to reflect on the characteristics that the School imprints on the mobility of ideas and practices that are articulated between the socio-territorial movements that are members of the SELVIHP on a regional scale, the role that this device plays in the production of situated knowledge -within the SELVIHP strategy and as an articulation of its movements- and, in particular, the strategies used to sustain the space during the context of the COVID19 pandemic in terms of appropriation of the territory of virtuality.
Este artigo recupera como objeto de análise um dos dispositivos constituintes da SELVIHP (Secretaria Latino-Americana de Habitação e Habitat Popular): a Escola Latino-Americana de Autogestão de Habitat (ELAH). Especificamente, busca analisar o ELAH em termos de estratégia promovida pela Secretaria para o encontro e produção de conhecimento e conhecimento, e como tática de integração regional entre organizações populares e resistências construídas a partir de uma perspectiva auto-gerida da produção de habitat. A partir de uma metodologia qualitativa de abordagem, busca refletir sobre as características que a Escola imprime na mobilidade de ideias e práticas que se articulam entre os movimentos socioterriculais integrantes do SELVIHP em nível regional, o papel que este dispositivo desempenha na produção de conhecimento localizado -dentro da estratégia do SELVIHP e como articulação de seus movimentos- e, em particular, as estratégias empregadas para sustentar o espaço durante o contexto da pandemia COVID19 em termos de apropriação do território da virtualidade
This article recovers as an object of analysis one of the constitutive devices of the SELVIHP (Latin American Secretariat of Housing and Popular Habitat): the Latin American School of Habitat Self-Management (ELAH). Specifically, it seeks to analyze ELAH in terms of a strategy promoted by the Secretariat for the meeting and production of knowledge and knowledge, and as a regional integration tactic between popular organizations and resistance built from a self-managed perspective of habitat production. Based on a qualitative approach methodology, we seek to reflect on the characteristics that the School imprints on the mobility of ideas and practices that are articulated between the socio-territorial movements that are members of the SELVIHP on a regional scale, the role that this device plays in the production of situated knowledge -within the SELVIHP strategy and as an articulation of its movements- and, in particular, the strategies used to sustain the space during the context of the COVID19 pandemic in terms of appropriation of the territory of virtuality.
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