Manifestaciones de ansiedad y depresión en hombres y mujeres: Argentina, 2018
; Peranovich, Andres Conrado
; Garzón Duque, María Osley Otros responsables
Fecha
04/2026
Editorial
Centro de Estudios Transdisciplinarios Bolivia
Revista
Vive
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2664-3243
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Introducción: Aunque numerosos países han reportado diferencias en las prevalencias de sintomatología ansiosa y depresiva entre hombres y mujeres (mayormente en detrimento femenino), la información sobre estas diferencias, considerando los factores que las propician, es aún escasa en Argentina. Objetivo: Analizar las diferencias en las prevalencias de sintomatología ansiosa/depresiva por sexo en Argentina, atendiendo a características sociodemográficas que podrían constituirse en factores protectores o de riesgo para la manifestación de dicha sintomatología. Metodología: Estudio transversal con perspectiva sociodemográfica, basado en información de la Encuesta Nacional de Factores de Riesgo 2018. Se seleccionaron variables sociodemográficas, destacándose la presencia de sintomatología ansiosa/depresiva y el sexo. Se realizaron análisis exploratorios y relacionales, incluyendo la aplicación de pruebas Chi2, pruebas de diferencias de proporciones y modelos de regresión logística. Resultados: Se observaron mayores prevalencias de sintomatología ansiosa/depresiva en mujeres. Fueron factores protectores compartidos practicar actividad física, integrar hogares de mayores ingresos y residir en algunas regiones; sumándose en hombres pertenecer a hogares multipersonales no conyugales y ser hijo/hijastro del jefe/a del hogar. Como contrapartida, fueron factores de riesgo comunes estar desocupado/ inactivo, consumir tabaco y/o alcohol en exceso, y padecer diabetes. En hombres, se agregaron estar separado/divorciado y carecer de obra social; y en mujeres lo hicieron la edad, ser la madre/suegra del jefe/a del hogar y residir en Cuyo. Conclusiones: Existen diferencias significativas en las prevalencias de sintomatología ansiosa/depresiva entre hombres y mujeres en Argentina, y en los factores sociodemográficos que las propician. Consecuentemente, se hace necesario abordar el problema con enfoque de género.
Introduction: Although many countries has reported differences in the prevalences of anxiety and depression symptoms between men and women (mostly to the detriment of women), information regarding these differences, considering factors that motivate them, is still scarce in Argentina. Objective: To analyze differences in the prevalence of anxious and depressive symptomatology in Argentina by sex, considering sociodemographic characteristics that could be protective or risk factors to show this symptomatology. Methodology: Based on information from the 2018 National Risk Factor Survey, a cross-sectional study from a sociodemographic perspective was carried out. Sociodemographic variables were selected, including presence of anxious and depressive symptomatology and sex. Exploratory data analysis was performed, considering the application of Chi2 tests, tests for difference of two proportions and logistic regression models. Results: The results showed higher prevalences of anxious/depressive symptomatology among women. Shared protective factors were practicing physical activity, living in higher-income households, and residing in some regions; among men, belonging to non-marital multi-person households and being the son/stepchild of the household head were added. On the contrary, being unemployed/inactive, consuming tobacco and/or alcohol excessively, and having diabetes were common risk factors. Among men, being separated/divorced and not having health care coverage were added; and among women, age, being the mother/mother-in-law of the household head and residing in Cuyo. Conclusions: There are significant differences in the prevalence of anxiety and depression symptoms between men and women in Argentina, and in the sociodemographic factors that promote them. Therefore, it is necessary a gender perspective to address the problem.
Introdução: Embora numerosos países tenham relatado diferenças na prevalência de sintomas ansiosos e depressivos entre homens e mulheres (principalmente em detrimento das mulheres), as informações sobre essas diferenças, considerando os fatores que as causam, ainda são escassas na Argentina. Objetivo: Analisar as diferenças na prevalência de sintomas ansiosos/depressivos por sexo na Argentina, levando em consideração características sociodemográficas que possam constituir fatores de proteção ou de risco para a manifestação de tais sintomas. Metodologia: Estudo transversal com perspectiva sociodemográfica, baseado em informações da Pesquisa Nacional de Fatores de Risco 2018, foram selecionadas variáveis sociodemográficas, destacando-se a presença de sintomas ansiosos/depressivos e sexo. Foram realizadas análises exploratórias e relacionais, incluindo aplicação de testes Chi2, testes de diferenças de proporções e modelos de regressão logística. Resultados: Observou-se maior prevalência de sintomas ansiosos/depressivos em mulheres. Os fatores de proteção compartilhados foram praticar atividade física, fazer parte de domicílios de maior renda e residir em algumas regiões; Além disso, nos homens, pertencem a agregados familiares não conjugais multipessoais e são filhos/enteados do chefe do agregado familiar. Por outro lado, estar desempregado/inativo, consumir tabaco e/ou álcool em excesso e ter diabetes foram fatores de risco comuns. Nos homens, somaram-se estar separados/divorciados e falta de assistência social; e nas mulheres foram determinadas pela idade, ser sogra/ sogra do chefe da família e residir em Cuyo. Conclusões: Existem diferenças significativas na prevalência de sintomas ansiosos/depressivos entre homens e mulheres na Argentina e nos fatores sociodemográficos que os promovem. Consequentemente, é necessário abordar o problema com uma perspectiva de género.
Introduction: Although many countries has reported differences in the prevalences of anxiety and depression symptoms between men and women (mostly to the detriment of women), information regarding these differences, considering factors that motivate them, is still scarce in Argentina. Objective: To analyze differences in the prevalence of anxious and depressive symptomatology in Argentina by sex, considering sociodemographic characteristics that could be protective or risk factors to show this symptomatology. Methodology: Based on information from the 2018 National Risk Factor Survey, a cross-sectional study from a sociodemographic perspective was carried out. Sociodemographic variables were selected, including presence of anxious and depressive symptomatology and sex. Exploratory data analysis was performed, considering the application of Chi2 tests, tests for difference of two proportions and logistic regression models. Results: The results showed higher prevalences of anxious/depressive symptomatology among women. Shared protective factors were practicing physical activity, living in higher-income households, and residing in some regions; among men, belonging to non-marital multi-person households and being the son/stepchild of the household head were added. On the contrary, being unemployed/inactive, consuming tobacco and/or alcohol excessively, and having diabetes were common risk factors. Among men, being separated/divorced and not having health care coverage were added; and among women, age, being the mother/mother-in-law of the household head and residing in Cuyo. Conclusions: There are significant differences in the prevalence of anxiety and depression symptoms between men and women in Argentina, and in the sociodemographic factors that promote them. Therefore, it is necessary a gender perspective to address the problem.
Introdução: Embora numerosos países tenham relatado diferenças na prevalência de sintomas ansiosos e depressivos entre homens e mulheres (principalmente em detrimento das mulheres), as informações sobre essas diferenças, considerando os fatores que as causam, ainda são escassas na Argentina. Objetivo: Analisar as diferenças na prevalência de sintomas ansiosos/depressivos por sexo na Argentina, levando em consideração características sociodemográficas que possam constituir fatores de proteção ou de risco para a manifestação de tais sintomas. Metodologia: Estudo transversal com perspectiva sociodemográfica, baseado em informações da Pesquisa Nacional de Fatores de Risco 2018, foram selecionadas variáveis sociodemográficas, destacando-se a presença de sintomas ansiosos/depressivos e sexo. Foram realizadas análises exploratórias e relacionais, incluindo aplicação de testes Chi2, testes de diferenças de proporções e modelos de regressão logística. Resultados: Observou-se maior prevalência de sintomas ansiosos/depressivos em mulheres. Os fatores de proteção compartilhados foram praticar atividade física, fazer parte de domicílios de maior renda e residir em algumas regiões; Além disso, nos homens, pertencem a agregados familiares não conjugais multipessoais e são filhos/enteados do chefe do agregado familiar. Por outro lado, estar desempregado/inativo, consumir tabaco e/ou álcool em excesso e ter diabetes foram fatores de risco comuns. Nos homens, somaram-se estar separados/divorciados e falta de assistência social; e nas mulheres foram determinadas pela idade, ser sogra/ sogra do chefe da família e residir em Cuyo. Conclusões: Existem diferenças significativas na prevalência de sintomas ansiosos/depressivos entre homens e mulheres na Argentina e nos fatores sociodemográficos que os promovem. Consequentemente, é necessário abordar o problema com uma perspectiva de género.
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