Population structure and maturity stages of Fritillaria borealis (Appendicularia, Tunicata): seasonal cycle in Ushuaia Bay (Beagle Channel)
; Presta, María Laura
; Capitanio, Fabiana Lia 
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Fecha
04/2015
Editorial
Instituto Oceanográfico
Revista
Brazilian Journal Of Oceanography
Título del libro
Nombre del evento
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Institución organizadora
ISSN
1679-8759
eISSN
1982-436X
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
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Resumen
Fritillaria borealis is a cosmopolitan species, veryfrequent in sub-antarctic and antarctic waters. Theobjective of this paper was to analyze its size structureand maturity stages at two sites in Ushuaia Bay:a coastal site exposed to anthropogenic pressure (E1)and a reference site (E2) located in the external zoneof the bay. Zooplankton was collected during the2012 seasonal cycle. The sampling method involvedthe use of a 67 μm-mesh net. Appendicularianswere classified in four maturity stages: I) undifferentiatedgonads, II) testis and ovary differentiated,III) expanded testis, IV) discharged testis, expandedovary. Our results showed that the highest densitiesof F. borealis occurred in spring and summer at bothsites; coinciding with high values of chlorophyll-a.The percentage of juveniles (I and II) exhibited aspatial and temporal pattern similar to that observedfor chlorophyll-a values. During spring-summer,juveniles and mature specimens (III and IV) showeda greater gonadal development than those individualsfound in autumn-winter. In conclusion, themismatching in the population structure and the patternof densities of F. borealis between coastal andexternal zones would suggest the existence of twosub-populations susceptible to the influence of theanthropogenic impact in the bay.
Fritillaria borealis é uma espécie cosmopolita, muito frequente em águas subantárticas e antárticas. O objetivo do trabalho foi analisar a estrutura de tamanhos e estádios de maturação da espécie em dois locais da Bahía Ushuaia: um costeiro, sujeito à pressão humana (E1), e um local de referência (E2) na zona externa da baia. O zooplâncton foi coletado no ciclo sazonal 2012. O método de amostragem envolveu o uso de uma rede de 67 micrômetros de abertura de malha. As apendiculárias foram classificadas em quatro estádios de maturação: I) gônada indiferenciada, II) testículo e ovário diferenciados, III) testículo expandido, IV) testículo descarregado, ovário expandido. Nossos resultados mostraram que as maiores densidades de F. borealis ocorreram na primavera e no verão nos dois locais, coincidindo com altos valores de clorofila-a. A percentagem dos juvenis (I e II) mostrou um padrão espacial e temporal semelhante ao observado para os valores de clorofila-a. Na primavera-verão, juvenis e maduros (III e IV) tiveram um desenvolvimento gonadal superior aos encontrados no outono-inverno. Em conclusão, o desacoplamento nas estruturas populacionais e nos padrões de densidade de F. borealis entre áreas costeiras e externas sugere a existência de diferentes subpopulações suscetíveis à influência do impacto humano.
Fritillaria borealis é uma espécie cosmopolita, muito frequente em águas subantárticas e antárticas. O objetivo do trabalho foi analisar a estrutura de tamanhos e estádios de maturação da espécie em dois locais da Bahía Ushuaia: um costeiro, sujeito à pressão humana (E1), e um local de referência (E2) na zona externa da baia. O zooplâncton foi coletado no ciclo sazonal 2012. O método de amostragem envolveu o uso de uma rede de 67 micrômetros de abertura de malha. As apendiculárias foram classificadas em quatro estádios de maturação: I) gônada indiferenciada, II) testículo e ovário diferenciados, III) testículo expandido, IV) testículo descarregado, ovário expandido. Nossos resultados mostraram que as maiores densidades de F. borealis ocorreram na primavera e no verão nos dois locais, coincidindo com altos valores de clorofila-a. A percentagem dos juvenis (I e II) mostrou um padrão espacial e temporal semelhante ao observado para os valores de clorofila-a. Na primavera-verão, juvenis e maduros (III e IV) tiveram um desenvolvimento gonadal superior aos encontrados no outono-inverno. Em conclusão, o desacoplamento nas estruturas populacionais e nos padrões de densidade de F. borealis entre áreas costeiras e externas sugere a existência de diferentes subpopulações suscetíveis à influência do impacto humano.
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