Estrategias precarizadoras del capital sobre las condiciones de trabajo en la industria de la construcción rosarina (Argentina): un estudio antropológico de las flexibilidades arraigadas en la obra

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Fecha
08/2021
Editorial
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro de Estudios e Investigaciones Laborales; Consejo Nacional de Ciencia y Tecnologia. Centro de Investigación y Estudios Superiores en Antropología Social
Revista
Revista Latinoamericana de AntropologÍa del Trabajo
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2591-2755
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Idioma
Español
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Resumen
En el siguiente artículo nos proponemos precisar de qué hablamos cuando hablamos de precarización y flexibilización y analizar estos fenómenos en la industria de la construcción rosarina, desde un enfoque antropológico basado en las prácticas y representaciones que los trabajadores construyen en la cotidianidad de “la obra”. Procuraremos sintetizar y mostrar el vínculo entre los antecedentes consultados, las fuentes provenientes de nuestro trabajo de campo realizado en dos obras en construcción en la ciudad de Rosario (Argentina) durante 2009 y 2018, y la legislación, así como las herramientas teóricas que nos permitieron enmarcar y profundizar el análisis. En este sentido, el ahondar en la idea de precariedad, nos permitió situar en un panorama histórico más preciso a estas estrategias del capital en la industria de la construcción y encontrar flexibilidades muy arraigadas y vinculadas al particular proceso productivo de una industria que definimos como una moderna manufactura (en transición). A su vez, abordamos algunas de las prácticas y representaciones de los trabajadores de la construcción que nos posibilitaron complejizar el análisis sobre la reproducción de las formas flexibles y, por tanto, precarizadoras de las condiciones de trabajo y de vida asociadas a estas.
No artigo seguinte, propomos especificar do que falamos quando falamos de precariedade e flexibilidade e analisar esses fenômenos na construção civil rosariana, a partir de uma abordagem antropológica a partir das práticas e representações que os trabalhadores constroem no cotidiano da “obra”. Tentaremos sintetizar e mostrar a ligação entre os antecedentes consultados, as fontes do nosso trabalho de campo realizado em dois canteiros de obras na cidade de Rosario (Argentina) durante os anos de 2009 e 2018, a legislação, bem como os instrumentos teóricos. que nos permitiu enquadrar e aprofundar a análise. Nesse sentido, aprofundar-se na ideia de precariedade, permitiu situar essas estratégias do capital na construção civil em um panorama histórico mais preciso e encontrar flexibilidades arraigadas e vinculadas ao processo produtivo particular de uma indústria que definimos como fabricação moderna (em transição). Por sua vez, abordamos algumas das práticas e representações dos trabalhadores da construção que nos permitiram tornar mais complexa a análise da reprodução das formas de trabalho e de vida flexíveis e, portanto, precárias para estes associados.
In the following article we propose to specify what we mean when we talk about precarization and flexibilization, and to analyze these phenomena in the construction industry of Rosario from an anthropological approach based on the practices and representations that workers build in the daily life of the construction site. We will try to synthesize and show the link between the consulted background, the sources from our fieldwork carried out in two construction sites in the city of Rosario (Argentina) during the years 2009 and 2018, and the legislation, as well as the theoretical tools that allowed us to frame and deepen the analysis. In this sense, delving into the idea of precariousness allowed us to place these strategies of capital in the construction industry in a more precise historical panorama and to find deep-rooted and linked flexibilities to the particular productive process of an industry that we define as a modern manufacturing (in transition). At the same time, we approach some of the practices and representations of construction workers that enabled us to make a more complex analysis about reproduction of flexible and therefore precarious forms of working and living conditions associated with them.
No artigo seguinte, propomos especificar do que falamos quando falamos de precariedade e flexibilidade e analisar esses fenômenos na construção civil rosariana, a partir de uma abordagem antropológica a partir das práticas e representações que os trabalhadores constroem no cotidiano da “obra”. Tentaremos sintetizar e mostrar a ligação entre os antecedentes consultados, as fontes do nosso trabalho de campo realizado em dois canteiros de obras na cidade de Rosario (Argentina) durante os anos de 2009 e 2018, a legislação, bem como os instrumentos teóricos. que nos permitiu enquadrar e aprofundar a análise. Nesse sentido, aprofundar-se na ideia de precariedade, permitiu situar essas estratégias do capital na construção civil em um panorama histórico mais preciso e encontrar flexibilidades arraigadas e vinculadas ao processo produtivo particular de uma indústria que definimos como fabricação moderna (em transição). Por sua vez, abordamos algumas das práticas e representações dos trabalhadores da construção que nos permitiram tornar mais complexa a análise da reprodução das formas de trabalho e de vida flexíveis e, portanto, precárias para estes associados.
In the following article we propose to specify what we mean when we talk about precarization and flexibilization, and to analyze these phenomena in the construction industry of Rosario from an anthropological approach based on the practices and representations that workers build in the daily life of the construction site. We will try to synthesize and show the link between the consulted background, the sources from our fieldwork carried out in two construction sites in the city of Rosario (Argentina) during the years 2009 and 2018, and the legislation, as well as the theoretical tools that allowed us to frame and deepen the analysis. In this sense, delving into the idea of precariousness allowed us to place these strategies of capital in the construction industry in a more precise historical panorama and to find deep-rooted and linked flexibilities to the particular productive process of an industry that we define as a modern manufacturing (in transition). At the same time, we approach some of the practices and representations of construction workers that enabled us to make a more complex analysis about reproduction of flexible and therefore precarious forms of working and living conditions associated with them.
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