Desacordo Profundo, Ignorância e Ativismo Epistêmico

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Fecha
12/2024
Editorial
Universidade Estadual de Rio de Janeiro
Revista
Revista Tapuia
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ISSN
2965-0305
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Idioma
Portugués
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Resumen
Este trabajo explora el desacuerdo debido a la ignorancia activa como un tipo de desacuerdo profundo. Se recupera la noción de “desacuerdo profundo” de Fogelin, que advirtió los límites de la argumentación para construir consensos y disipar los desacuerdos profundos, y se discute que puedan ser resueltos racionalmente. A partir del examen de un desacuerdo que tiene implicaciones prácticas e involucra a sujetos asimétricamente situados en una trama de relaciones de poder, se concluye que los desacuerdos debidos a la ignorancia no son impermeables a la resolución racional. Las prácticas de “activismo epistémico” (Medina 2019) cuentan como mecanismos racionales y razonables de resolución de los desacuerdos profundos debidos a la ignorancia activa. Traducción al portugués del artículo previamente publicado como "Desacuerdo profundo, ignorancia activa y activismo epistémico", en Cuadernos de Filosofía.
Este artigo explora o desacordo decorrente da ignorância ativa como um tipo de desacordo profundo. Recupera-se a noção de “desacordo profundo” de Fogelin, que advertiu sobre os limites da argumentação para construir consensos e dissipar os desacordos profundos, e argumenta-se que eles podem ser resolvidos racionalmente. A partir da análise de um desacordo que tem implicações práticas e envolve sujeitos situados assimetricamente em uma teia de relações de poder, conclui-se que os desacordos decorrentes da ignorância não são imunes à resolução racional. As práticas de “ativismo epistêmico” (Medina, 2019) contam como mecanismos racionais e razoáveis de resolução de desacordos profundos derivados da ignorância ativa.
Este artigo explora o desacordo decorrente da ignorância ativa como um tipo de desacordo profundo. Recupera-se a noção de “desacordo profundo” de Fogelin, que advertiu sobre os limites da argumentação para construir consensos e dissipar os desacordos profundos, e argumenta-se que eles podem ser resolvidos racionalmente. A partir da análise de um desacordo que tem implicações práticas e envolve sujeitos situados assimetricamente em uma teia de relações de poder, conclui-se que os desacordos decorrentes da ignorância não são imunes à resolução racional. As práticas de “ativismo epistêmico” (Medina, 2019) contam como mecanismos racionais e razoáveis de resolução de desacordos profundos derivados da ignorância ativa.
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