La casa propia, un fenómeno en extinción: la “inquilinización” en la ciudad de Buenos Aires
; Rodriguez, Maria Florencia
; Zapata, María Cecilia 
Otros responsables
Fecha
03/2015
Editorial
Pontificia Universidad Javeriana
Revista
Cuadernos de Vivienda y Urbanismo
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
2027-2103
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Idioma
Español
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Resumen
En los últimos años, el alquiler formal e informal en la ciudad de Buenos Aires se ha convertidoen una estrategia residencial empleada por los hogares de las capas medias y bajaspara acceder a una vivienda. Este fenómeno se refleja en las estadísticas, pues en el año2001 la población inquilina constituyó un 22,2% y hacia el 2010 aumentó a un 30%.Ante este escenario, el artículo propone abordar el proceso de “inquilinización” que tomafuerza durante la última década y toma en cuenta las características de la población involucraday el rol del Estado y del mercado. Se utilizan datos estadísticos tomados del CensoNacional de Población, Hogares y Vivienda 2001 y 2010 y la Encuesta Permanente deHogares (Instituto Nacional de Estadísticas y Censos [Indec], 2010; 2012) como fuentessecundarias y primarias (datos testimoniales), con un enfoque de tipo cualitativo parainterpretar los significados y las características que están detrás del fenómeno.
In recent years, formal and informal renting in the city of Buenos Aires has become a residential strategy used by the middle and low class people to inhabit a place. This phenomenon is reflected in statistics because in 2001 the tenant population constituted 22.2% and by 2010 it increased to 30%. Given this scenario, the article seeks to address the process of “tenancy”, which has gotten stronger the last decade, and it takes into account the characteristics of the population involved and the role of State and market. Secondary (statistics taken from the National Census of Population, Households and Housing) and primary (testimonial data) sources are used, with a qualitative approach for interpreting the meanings and the characteristics that are behind the phenomenon.
Nos últimos anos, o aluguel formal e informal na cidade de Buenos Aires tornou-se uma estratégia residencial empregada pelas famílias das camadas médias e baixas para aceder a uma moradia. Este fenômeno se reflete nas estatísticas, pois no ano 2001 a população inquilina constituiu um 22,2% e para o 2010 aumentou a um 30%. Frente a este cenário, o artigo propõe abordar o processo de “inquilinização” que toma força durante a última década e leva em conta as características da população envolvida e o papel do Estado e do mercado. Utilizaram-se fontes secundárias (dados estatísticos tirados do Censo Nacional de População, Famílias e Habitação) e primárias (dados testemunhais), com enfoque de tipo qualitativo para interpretar os significados e as características que estão trás do fenômeno.
In recent years, formal and informal renting in the city of Buenos Aires has become a residential strategy used by the middle and low class people to inhabit a place. This phenomenon is reflected in statistics because in 2001 the tenant population constituted 22.2% and by 2010 it increased to 30%. Given this scenario, the article seeks to address the process of “tenancy”, which has gotten stronger the last decade, and it takes into account the characteristics of the population involved and the role of State and market. Secondary (statistics taken from the National Census of Population, Households and Housing) and primary (testimonial data) sources are used, with a qualitative approach for interpreting the meanings and the characteristics that are behind the phenomenon.
Nos últimos anos, o aluguel formal e informal na cidade de Buenos Aires tornou-se uma estratégia residencial empregada pelas famílias das camadas médias e baixas para aceder a uma moradia. Este fenômeno se reflete nas estatísticas, pois no ano 2001 a população inquilina constituiu um 22,2% e para o 2010 aumentou a um 30%. Frente a este cenário, o artigo propõe abordar o processo de “inquilinização” que toma força durante a última década e leva em conta as características da população envolvida e o papel do Estado e do mercado. Utilizaram-se fontes secundárias (dados estatísticos tirados do Censo Nacional de População, Famílias e Habitação) e primárias (dados testemunhais), com enfoque de tipo qualitativo para interpretar os significados e as características que estão trás do fenômeno.
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