El federalismo no es excusa: Las provincias argentinas y los derechos sociales

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Fecha
07/2019
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero. Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales.
Revista
Trabajo y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1514-6871
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Idioma
Español
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Resumen
El presente artículo se propone demostrar que cada provincia argentina está obligada a respetar, proteger y satisfacer un amplio espectro de derechos sociales: los consagrados en su propia constitución local; los contenidos en la Constitución nacional y en tratados de igual jerarquía; los reconocidos en tratados sin rango constitucional; y los establecidos por normas dictadas por el Gobierno federal en ejercicio de facultades delegadas. Esta conclusión se sostiene en el principio de supremacía constitucional y en la habilitación del poder constituyente local. De esta forma, se rechaza el uso del federalismo como eximente de responsabilidades provinciales. Asimismo, el artículo remarca la importancia de reconocer el carácter vinculante de estos derechos al momento de diseñar y evaluar políticas sociales.
This article intends to demonstrate that each Argentinean province has a duty to respect, protect and fulfill a broad set of social rights. This includes rights enshrined in its local constitution; rights recognized in Argentina’s constitution and international treaties ratified by Argentina, with or without constitutional rank; and rights established by federal authorities in use of powers transferred to them by the provinces. This conclusion is based in constitutional supremacy and provincial powers to enact local constitutions. The article rejects the use of federalism as an excuse to exempt Provinces from their duties with regard to social rights. In addition to that, the article stresses the relevance of these legally binding rights in connection with social policy design and analysis.
Este artigo pretende demonstrar que cada provincia argentina deve respeitar, proteger e satisfazer um amplo espectro de direitos sociais: aqueles consagrados em sua própria constituido local; os contidos na Constituido nacional e em tratados de igual hierarquia; aqueles reconhecidos em tratados sem hierarquia constitucional; e aquelas estabelecidas por regulamentos emitidos pelo governo federal no exercício de poderes delegados. O princípio da supremacia constitucional e o poder constituinte local seguram essa conclusáo. Desta forma, o federalismo náo é escusa para o náo cumprimento provincial dos direitos sociais. O artigo também destaca a importancia de reconhecer a natureza vinculante desses direitos ao projetar e avaliar políticas sociais.
This article intends to demonstrate that each Argentinean province has a duty to respect, protect and fulfill a broad set of social rights. This includes rights enshrined in its local constitution; rights recognized in Argentina’s constitution and international treaties ratified by Argentina, with or without constitutional rank; and rights established by federal authorities in use of powers transferred to them by the provinces. This conclusion is based in constitutional supremacy and provincial powers to enact local constitutions. The article rejects the use of federalism as an excuse to exempt Provinces from their duties with regard to social rights. In addition to that, the article stresses the relevance of these legally binding rights in connection with social policy design and analysis.
Este artigo pretende demonstrar que cada provincia argentina deve respeitar, proteger e satisfazer um amplo espectro de direitos sociais: aqueles consagrados em sua própria constituido local; os contidos na Constituido nacional e em tratados de igual hierarquia; aqueles reconhecidos em tratados sem hierarquia constitucional; e aquelas estabelecidas por regulamentos emitidos pelo governo federal no exercício de poderes delegados. O princípio da supremacia constitucional e o poder constituinte local seguram essa conclusáo. Desta forma, o federalismo náo é escusa para o náo cumprimento provincial dos direitos sociais. O artigo também destaca a importancia de reconhecer a natureza vinculante desses direitos ao projetar e avaliar políticas sociais.
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