El desafío de "estar ahí" sin nunca haber ido: algunos comentarios reflexivos sobre los fundamentos hermenéuticos de la etnografía histórica

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Fecha
12/2014
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Revista de Arqueología Histórica Argentina y Latinoamericana
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Institución organizadora
ISSN
1851-9628
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Idioma
Español
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Resumen
En la actualidad la Antropología histórica posee un alcance académico y un espacio científico independiente –aunque en estrecho diálogo con la Historia, la Arqueología, la Etnografía, la Sociología, etc.- en calidad de disciplina en proceso de creciente consolidación. Sin embargo el andamiaje teórico-metodológico que sostiene su práctica aún permanece como objeto de debate por carecer de cimientos epistemológicos que la distingan con nitidez de las disciplinas afines. Atentos a la situación descripta, el objetivo de la presente exposición es presentar algunos aportes que contribuyan a ampliar el suelo de discusión suscitado en la materia, exponiendo la posibilidad de realizar una lectura etnográfica de las fuentes históricas. Como vehículo de reflexión utilizaremos los aportes ofrecidos por estudios actuales pertenecientes a la disciplina y en pos de delimitar los límites de la práctica etnográfica sobre las fuentes históricas, organizaremos el contenido de la propuesta con base a la implementación de algunos ejes teórico-conceptuales desarrollados en la Filosofía hermenéutica de Paul Ricoeur.
Na atualidade, a Antropologia histórica possui um escopo académico e um espaço científico independente –ainda que em estreito diálogo com a História, a Arqueologia, a Etnografía, a Sociologia, etc.- em qualidade de disciplina em processo de crescente consolidação. No entanto o arcabouço teórico-metodológico que sustenta sua prática ainda permanece como objeto de debate por carecer de alicerces epistemológicos que a distingam das disciplinas afines. Atento à situação anterior, o objetivo desta exposição é apresentar algumas contribuições que ajudam a expandir a discussão sobre a questão, expondo a possibilidade de uma leitura etnográfica das fontes históricas.Como veículo de reflexão utilizaremos as contribuições oferecidas por alguns estudos actuais pertencentes à disciplina e nutriremos as reflexões expostas com alguns dos contribuas da Filosofia hermenéutica de Paul Ricoeur em pos de delimitar os limites da prática etnográfica sobre as fontes históricas.
Na atualidade, a Antropologia histórica possui um escopo académico e um espaço científico independente –ainda que em estreito diálogo com a História, a Arqueologia, a Etnografía, a Sociologia, etc.- em qualidade de disciplina em processo de crescente consolidação. No entanto o arcabouço teórico-metodológico que sustenta sua prática ainda permanece como objeto de debate por carecer de alicerces epistemológicos que a distingam das disciplinas afines. Atento à situação anterior, o objetivo desta exposição é apresentar algumas contribuições que ajudam a expandir a discussão sobre a questão, expondo a possibilidade de uma leitura etnográfica das fontes históricas.Como veículo de reflexão utilizaremos as contribuições oferecidas por alguns estudos actuais pertencentes à disciplina e nutriremos as reflexões expostas com alguns dos contribuas da Filosofia hermenéutica de Paul Ricoeur em pos de delimitar os limites da prática etnográfica sobre as fontes históricas.
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