Huellas de la relación entre activistas del parto y feministas: Des/encuentros en torno a la maternidad en el Área Metropolitana de Buenos Aires

Otros responsables
Fecha
06/2023
Editorial
Universidad de la República. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Revista
Revista Uruguaya de Antropología y Etnografía
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2393-6886
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En los recorridos de una investigación etnográfica sobre activismos del parto en el Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA), en la década del 2010, fue recurrente la referencia de las activistas a la temática de la maternidad. En sus modalidades de intervención pública, mencionaban frases como: “Maternidad deseo y decisión, no deber ni mandato”. Un lema que remitía a una forma de politización de lo personal, específicamente del cuerpo reproductivo. Dicha politización sugiere posibles vínculos con los movimientos feministas. Sin embargo, algunas de ellas señalaban algunas tensiones y desencuentros en torno a la maternidad con militantes feministas. Por ello, el presente artículo versa sobre la relación incómoda que algunas activistas del parto, específicamente las activistas por el parto humanizado, referían con ciertos sectores del movimiento feminista. Considerando el trabajo de campo realizado con la primera agrupación vinculada al parto humanizado de Buenos Aires, el objetivo general del presente artículo es indagar los significados brindados a la maternidad por dicho activismo y sus respectivos puntos de desencuentro sobre este tema con las feministas. Como objetivo específico, entonces, se explora cuáles fueron los modos de alianza para encontrarse y elaborar puntos en común entre sendos activismos. Particularmente, me interesa abordar qué término hallaron para ponerse de acuerdo, dado que en la actualidad —año 2023— la mayoría de las activistas por el parto se definen efectivamente como feministas.
In the journeys of an ethnographic investigation on childbirth activisms in the Metropolitan Area of Buenos Aires (AMBA), the reference of the activists to motherhood was recurrent. During the 2010s, in their modalities of public intervention, they mentioned phrases such as: “Maternity desire and decision, not mandate”. A slogan that referred to a form of politicization of the personal, specifically of the reproductive body. This politicization suggests possible links with feminist movements. However, some of them pointed out some tensions and disagreements around motherhood with feminist militants. Therefore, this article deals with the uncomfortable relationship that some childbirth activists, specifically the activists for humanized childbirth, referred to certain sectors of the feminist movement. Considering the field work carried out with the first group related to humanized childbirth in Buenos Aires, the general objective of this article is to investigate the meanings given to motherhood by them and their respective points of disagreement on the subject with feminists. As a specific objective, then, the ways of alliance to meet and develop common ground between the two activisms are explored. In particular, I am interested in addressing what term they found to agree, given that nowadays -year 2023- the majority of childbirth activists define themselves as feminists.
Nos percursos de uma investigação etnográfica sobre os ativismos pelo parto na Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA), na década de 2010, foi recorrente a referência das ativistas ao tema da maternidade. Em suas modalidades de intervenção pública, mencionaram frases como: “A maternidade é um desejo e uma decisão, não um dever ou mandato”. Um lema que se referia a uma forma de politização do pessoal, especificamente do corpo reprodutivo. Tal politização sugere possíveis ligações com movimentos feministas. No entanto, algumas delas apontaram algumas tensões e divergências em torno da maternidade com as militantes feministas. Portanto, este artigo trata da relação incômoda que algumas ativistas do parto, especificamente as ativistas pelo parto humanizado, referiram a determinados setores do movimento feminista. Considerando o trabalho de campo realizado com o primeiro grupo vinculado ao parto humanizado em Buenos Aires, o objetivo geral deste artigo é investigar os significados atribuídos à maternidade por esse ativismo e seus respectivos pontos de divergência sobre essa questão com as feministas. Como objetivo específico, então, são exploradas as formas de aliança para encontrar e desenvolver um terreno comum entre os dois ativismos. Em particular, estou interessada em abordar o termo que eles encontraram para concordar um com o outro, dado que atualmente - ano de 2023 - a maioria das ativistas do parto se define efetivamente como feministas.
In the journeys of an ethnographic investigation on childbirth activisms in the Metropolitan Area of Buenos Aires (AMBA), the reference of the activists to motherhood was recurrent. During the 2010s, in their modalities of public intervention, they mentioned phrases such as: “Maternity desire and decision, not mandate”. A slogan that referred to a form of politicization of the personal, specifically of the reproductive body. This politicization suggests possible links with feminist movements. However, some of them pointed out some tensions and disagreements around motherhood with feminist militants. Therefore, this article deals with the uncomfortable relationship that some childbirth activists, specifically the activists for humanized childbirth, referred to certain sectors of the feminist movement. Considering the field work carried out with the first group related to humanized childbirth in Buenos Aires, the general objective of this article is to investigate the meanings given to motherhood by them and their respective points of disagreement on the subject with feminists. As a specific objective, then, the ways of alliance to meet and develop common ground between the two activisms are explored. In particular, I am interested in addressing what term they found to agree, given that nowadays -year 2023- the majority of childbirth activists define themselves as feminists.
Nos percursos de uma investigação etnográfica sobre os ativismos pelo parto na Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA), na década de 2010, foi recorrente a referência das ativistas ao tema da maternidade. Em suas modalidades de intervenção pública, mencionaram frases como: “A maternidade é um desejo e uma decisão, não um dever ou mandato”. Um lema que se referia a uma forma de politização do pessoal, especificamente do corpo reprodutivo. Tal politização sugere possíveis ligações com movimentos feministas. No entanto, algumas delas apontaram algumas tensões e divergências em torno da maternidade com as militantes feministas. Portanto, este artigo trata da relação incômoda que algumas ativistas do parto, especificamente as ativistas pelo parto humanizado, referiram a determinados setores do movimento feminista. Considerando o trabalho de campo realizado com o primeiro grupo vinculado ao parto humanizado em Buenos Aires, o objetivo geral deste artigo é investigar os significados atribuídos à maternidade por esse ativismo e seus respectivos pontos de divergência sobre essa questão com as feministas. Como objetivo específico, então, são exploradas as formas de aliança para encontrar e desenvolver um terreno comum entre os dois ativismos. Em particular, estou interessada em abordar o termo que eles encontraram para concordar um com o outro, dado que atualmente - ano de 2023 - a maioria das ativistas do parto se define efetivamente como feministas.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc
