La situación agraria en la Argentina actual: Agronegocio y resistencias campesinas e indígenas

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Fecha
12/2016
Editorial
Universidade de Araraquara
Revista
Retratos de Assentamentos
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ISSN
1516-8182
eISSN
2527-2594
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Idioma
Español
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Resumen
En este artículo se describe la situación actual de la agricultura en la Argentina, tomando como base un análisis global del modelo agroindustrial y presentar algunos ejemplos de empresas globales. Por otro lado, se analizan otras alternativas productivas y formas de resistencia social, principalmente por actores y movimientos sociales en el mundo y Argentina. El artículo aborda una variedad de conflictos en los territorios, desde el campesino y la resistencia indígena contra el avance de la agroindustria y en defensa de sus territorios ancestrales y diferentes lógicas económicas y productivas del capitalismo.
O presente artigo retrata a situação agrária atual na Argentina, tomando-se como base uma análise geral do modelo de agronegócio e apresentando-se alguns exemplos de empresas globais. Por outro lado, existem alternativas produtivas e formas de resistências sociais por parte de distintos atores e movimentos sociais, do mundo e da Argentina. O artigo discute uma diversidade de conflitos nos territórios, a partir da resistência camponesa e indígena contra o avanço do agronegócio e em defesa de seus territórios ancestrais e de lógicas econômicas e produtivas diferenciadas do capitalismo. Existem também disputas entre os núcleos do agronegócio frente a processos de contaminação ou de incorporação de plantas geneticamente modificadas, mostrando essas possíveis diferenças.
O presente artigo retrata a situação agrária atual na Argentina, tomando-se como base uma análise geral do modelo de agronegócio e apresentando-se alguns exemplos de empresas globais. Por outro lado, existem alternativas produtivas e formas de resistências sociais por parte de distintos atores e movimentos sociais, do mundo e da Argentina. O artigo discute uma diversidade de conflitos nos territórios, a partir da resistência camponesa e indígena contra o avanço do agronegócio e em defesa de seus territórios ancestrais e de lógicas econômicas e produtivas diferenciadas do capitalismo. Existem também disputas entre os núcleos do agronegócio frente a processos de contaminação ou de incorporação de plantas geneticamente modificadas, mostrando essas possíveis diferenças.
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