Veganismo y antropofagia: El argumento antiespecista en Sade
; Romero, Laura Soledad 
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Fecha
06/2020
Editorial
Instituto Latinoamericano de Estudios Críticos Animales
Revista
Revista Latinoamericana de Estudios Críticos Animales
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Institución organizadora
ISSN
2346-920X
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo propone una lectura del problema de la animalidad la novela de Sade Juliette o las prosperidades del vicio. Para ello, examina su concepción materialista en relación con el tema de la corporalidad, atendiendo especialmente a la hipótesis de un materialismo encarnado y no-mecanicista. En este contexto, se examinan los argumentos sadianos anti-humanistas, a partir de una comparación entre la vida humana y la vida animal. La animalidad sadiana, como figura de la naturaleza, permitiría derivar una consecuencia anti-especista y, por lo tanto, extraer consecuencias inquietantes que equiparan la antropofagia como práctica libertina y la alimentación carnívora como práctica naturalizada de nuestras sociedades sacrificiales.
Este trabalho propõe uma leitura do problema da animalidade no romance de Sade Juliette ou da prosperidade do vício. Para tanto, examina sua concepção materialista em relação ao tema da corporeidade, dando especial atenção à hipótese de um materialismo encarnado e não-mecanicista. Neste contexto, os argumentos sadianos anti-humanistas são examinados, com base numa comparação entre a vida humana e animal. A animalidade sadiana, como figura da natureza, permitiria derivar uma conseqüência anti-espéciesista e, portanto, tirar conseqüências perturbadoras que equacionariam a antropofagia como uma prática libertinagem e a alimentação carnívora como uma prática naturalizada de nossas sociedades sacrificiais.
This work proposes a reading of the problem of animality in Sade's novel Juliette or the prosperities of vice. This work proposes a reading of the problem of animality in Sade's fictional work. To do this, it examines its materialist conception in relation to the subject of corporality, paying special attention to the hypothesis of an embodied and non-mechanistic materialism. In this context, Sadian anti-humanist arguments are examined, based on a comparison between human and animal life. Sadian animality, as a figure of nature, would allow us to derive an anti-speciesist consequence and, therefore, draw disturbing consequences that equate anthropophagy as a libertine practice and carnivorous feeding as a naturalized practice of our sacrificial societies.
Este trabalho propõe uma leitura do problema da animalidade no romance de Sade Juliette ou da prosperidade do vício. Para tanto, examina sua concepção materialista em relação ao tema da corporeidade, dando especial atenção à hipótese de um materialismo encarnado e não-mecanicista. Neste contexto, os argumentos sadianos anti-humanistas são examinados, com base numa comparação entre a vida humana e animal. A animalidade sadiana, como figura da natureza, permitiria derivar uma conseqüência anti-espéciesista e, portanto, tirar conseqüências perturbadoras que equacionariam a antropofagia como uma prática libertinagem e a alimentação carnívora como uma prática naturalizada de nossas sociedades sacrificiais.
This work proposes a reading of the problem of animality in Sade's novel Juliette or the prosperities of vice. This work proposes a reading of the problem of animality in Sade's fictional work. To do this, it examines its materialist conception in relation to the subject of corporality, paying special attention to the hypothesis of an embodied and non-mechanistic materialism. In this context, Sadian anti-humanist arguments are examined, based on a comparison between human and animal life. Sadian animality, as a figure of nature, would allow us to derive an anti-speciesist consequence and, therefore, draw disturbing consequences that equate anthropophagy as a libertine practice and carnivorous feeding as a naturalized practice of our sacrificial societies.
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