Interpretantes. Destinación colectiva y modelización de identidades en la mediatización contemporánea

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Fecha
2020
Editorial
Universidad Nacional de Rosario
Revista
Título del libro
Zonas de la mediatización: propuestas para el estudio de plataformas, redes e interfaces
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
ISBN
978-987-702-390-9
Idioma
Español
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Resumen
La mediatización, en cualquier escala, plantea el problema de cómo articular las instancias de producción y reconocimiento, porque obliga a reajustar los desfases en las dimensiones del tiempo, del espacio y de la inter- subjetividad. Cuando la escala de mediatización es masiva, se agrega otro elemento: la destinación colectiva. Del otro lado, siempre, hay colectivos; o bien, esos otros que están del otro lado, deben ser tratados como colectivos, por lo tanto, modelados en el discurso. Para abordar este problema Eliseo Verón retomó el concepto de Interpretante elaborado por Charles Peirce. En este trabajo proponemos una reconstrucción de esa retoma, con el propósito de clarificar su uso y de delimitar el campo de problemáticas empíricas a propósito de las cuáles puede ser aplicado.
A mediatização, em qualquer escala, coloca o problema de como articular as instâncias de produção e reconhecimento, pois obriga a um reajuste das lacunas nas dimensões de tempo, espaço e intersubjetividade. Quando a escala de mediatização é massiva, outro elemento é acrescentado: o destinaçao colectiva. Do outro lado, há sempre coletivos; ou então, os outros, que estão do outro lado, devem ser tratados como coletivos. Para enfrentar este problema, Eliseo Verón retomou o conceito de Intérpretante, desenvolvido por Charles Peirce. Neste trabalho propomos uma reconstrução deste retorno, com o objetivo de esclarecer o seu uso e delimitar o campo de problemas empíricos aos quais pode ser aplicado.
A mediatização, em qualquer escala, coloca o problema de como articular as instâncias de produção e reconhecimento, pois obriga a um reajuste das lacunas nas dimensões de tempo, espaço e intersubjetividade. Quando a escala de mediatização é massiva, outro elemento é acrescentado: o destinaçao colectiva. Do outro lado, há sempre coletivos; ou então, os outros, que estão do outro lado, devem ser tratados como coletivos. Para enfrentar este problema, Eliseo Verón retomou o conceito de Intérpretante, desenvolvido por Charles Peirce. Neste trabalho propomos uma reconstrução deste retorno, com o objetivo de esclarecer o seu uso e delimitar o campo de problemas empíricos aos quais pode ser aplicado.
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