Entre Aldo Oliva y Manuel Belgrano: intervenciones anacrónicas sobre la consolidación del discurso histórico nacional

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Fecha
2021-09-01
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas. Instituto de Investigaciones Literarias y Discursivas
Revista
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Institución organizadora
ISSN
0329-3807
eISSN
1851-4669
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Idioma
Español
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Resumen
Desde su primer libro, la obra de Aldo Oliva recupera discursos históricos para intervenir críticamente y rescatar el potencial disruptivo sepultado por la Historia. En este marco, analizamos unos pocos versos de su última serie poética, “Ese General Belgrano”, donde la figura del prócer argentino es recuperada contra el discurso hegemónico que sedimenta sentidos y cristaliza el derrotero de la Revolución en una teleología predeterminada, para evidenciar cómo el encabalgamiento de voces (la de Belgrano y la del propio Oliva) polemiza y subvierte discursos y símbolos fosilizados: la tesis de la “preexistencia de la Nación” de Mitre y la bandera argentina. El paso siguiente es incluir esta intervención en el contexto histórico-político y poético de producción, para identificar su toma de posición diferencial. A modo de coda presentamos un conjunto de poemas de diversos autores que, a su turno, releen el poema sobre Manuel Belgrano.
In his poetic work, Aldo Oliva recovers historical discourses to intervene critically in them and rescue their disruptive potential buried by History. Within this frame, we analyze a few verses of his last poetic series, “Ese General Belgrano”, where the Argentinian hero is set against the hegemonic historical discourse that petrifies meanings and solidifies the course of the Revolution in a predetermined teleology. The verses show how the enjambment of voices (that of Belgrano and that of Oliva himself) discuss and subvert fossilized discourses and symbols: the thesis of the “preexistence of the Nation” defended by Mitre, and the Argentinian flag. Then, we situate this intervention in the particular (historical, political and poetic) context of production, in order to identify Oliva’s position. As a coda, we present the work of poets whose verses, in turn, reread Oliva's poem on Belgrano.
Desde o primeiro livro, a obra de Aldo Oliva resgata discursos históricos para intervir criticamente e resgatar o potencial disruptivo soterrado pela História. Nesse quadro, nós analisamos cuidadosamente alguns versos da sua última série poética, “Ese General Belgrano”, onde a figura do herói argentino é recuperada contra o discurso histórico hegemônico que sedimenta sentidos e cristaliza o curso da Revolução em uma teleologia predeterminada, para mostrar como a sobreposição de vozes (a de Belgrano e a do próprio Oliva) polemiza e subverte discursos e símbolos fossilizados: a tese da “preexistência da Nación” de Mitre e a bandeira argentina. O próximo passo é incluir essa intervenção no contexto histórico-político e poético da produção, para identificar sua posição diferencial. Por fim, como coda, apresentamos um conjunto de poemas de diversos autores que, por sua vez, releem o poema sobre Belgrano.
In his poetic work, Aldo Oliva recovers historical discourses to intervene critically in them and rescue their disruptive potential buried by History. Within this frame, we analyze a few verses of his last poetic series, “Ese General Belgrano”, where the Argentinian hero is set against the hegemonic historical discourse that petrifies meanings and solidifies the course of the Revolution in a predetermined teleology. The verses show how the enjambment of voices (that of Belgrano and that of Oliva himself) discuss and subvert fossilized discourses and symbols: the thesis of the “preexistence of the Nation” defended by Mitre, and the Argentinian flag. Then, we situate this intervention in the particular (historical, political and poetic) context of production, in order to identify Oliva’s position. As a coda, we present the work of poets whose verses, in turn, reread Oliva's poem on Belgrano.
Desde o primeiro livro, a obra de Aldo Oliva resgata discursos históricos para intervir criticamente e resgatar o potencial disruptivo soterrado pela História. Nesse quadro, nós analisamos cuidadosamente alguns versos da sua última série poética, “Ese General Belgrano”, onde a figura do herói argentino é recuperada contra o discurso histórico hegemônico que sedimenta sentidos e cristaliza o curso da Revolução em uma teleologia predeterminada, para mostrar como a sobreposição de vozes (a de Belgrano e a do próprio Oliva) polemiza e subverte discursos e símbolos fossilizados: a tese da “preexistência da Nación” de Mitre e a bandeira argentina. O próximo passo é incluir essa intervenção no contexto histórico-político e poético da produção, para identificar sua posição diferencial. Por fim, como coda, apresentamos um conjunto de poemas de diversos autores que, por sua vez, releem o poema sobre Belgrano.
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