Maternidades y militancia en la Argentina de los 70s: Notas históricas para pensar las maternidades colectivas contemporáneas

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Fecha
12/2016
Editorial
Universidade Estadual de Ponta Grossa
Revista
Revista de Historia Regional
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Institución organizadora
ISSN
1414-0055
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Idioma
Español
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Resumen
Las propuestas de maternidades en tribu y de crianza colectiva circulan entre las mujeres de sectores medios urbanos de la Argentina pero estas ideas no son nuevas. Este artículo repone experiencias de crianza colectiva en la militancia de los años 70 y las ubica en una línea de continuidad y ruptura con los modelos contemporáneos. A partir de un análisis de documentos, testimonios reproducidos en estudios especializados y entrevistas orales filmadas del archivo de Memoria Abierta, presento las posiciones feministas sobre la maternidad y las políticas públicas sobre el control de la natalidad en la Argentina de entonces; y en segundo lugar, el rol de las mujeres en la militancia y las experiencias de maternidad y crianza en el contexto revolucionario.
As propostas de “maternidades em tribo” e de “criança coletiva” circulam entre as mulheres dos setores médios urbanos da Argentina mas estas ideias não são novas. Este artigo estuda experiências de criança coletiva na militância da década de 1970 colocando-as em uma linha de continuidade e ruptura com os modelos contemporâneos. A partir de uma análise de documentos, depoimentos reproduzidos na bibliografia especializada e entrevistas orais do arquivo de Memoria Abierta, apresento as posições feministas sobre a maternidade e as políticas públicas vigentes sobre o controle de natalidade na Argentina daquele momento; e em segundo lugar, o rol de mulheres na militância e as experiências de maternidade e criança no contexto revolucionário.
The idea that women need a tribe to raise children circulates among women in urban middle sectors of Argentina but this idea is not new. This article studies experiences of collective child rearing in left wing organizations in Argentina during the 70s, placing them in a line of continuity and rupture with contemporary models. The article is based in the analysis of documents, testimonies and oral interviews from Memoria Abierta Files. In the first place, it presents second wave feminism’s positions about motherhood and public policies on birth control in Argentina at that time. Secondly, it analyses the role of women in left wing organizations and experiences of motherhood and parenting in revolutionary contexts.
As propostas de “maternidades em tribo” e de “criança coletiva” circulam entre as mulheres dos setores médios urbanos da Argentina mas estas ideias não são novas. Este artigo estuda experiências de criança coletiva na militância da década de 1970 colocando-as em uma linha de continuidade e ruptura com os modelos contemporâneos. A partir de uma análise de documentos, depoimentos reproduzidos na bibliografia especializada e entrevistas orais do arquivo de Memoria Abierta, apresento as posições feministas sobre a maternidade e as políticas públicas vigentes sobre o controle de natalidade na Argentina daquele momento; e em segundo lugar, o rol de mulheres na militância e as experiências de maternidade e criança no contexto revolucionário.
The idea that women need a tribe to raise children circulates among women in urban middle sectors of Argentina but this idea is not new. This article studies experiences of collective child rearing in left wing organizations in Argentina during the 70s, placing them in a line of continuity and rupture with contemporary models. The article is based in the analysis of documents, testimonies and oral interviews from Memoria Abierta Files. In the first place, it presents second wave feminism’s positions about motherhood and public policies on birth control in Argentina at that time. Secondly, it analyses the role of women in left wing organizations and experiences of motherhood and parenting in revolutionary contexts.
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