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Tegumentary leishmaniasis in Northern Argentina: distribution of infection and disease, in three municipalities of Salta, 1990-1992

Sosa Estani, Sergio Icon; Segura, Elsa Leonor Icon; Salomón, Oscar Daniel Icon; Gómez, Adolfo ; Peralta, Mario ; Coutada, Virgilio ; Medina Ruiz, Luis Antonio

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Fecha

11/2000

Editorial

Soc Brasileira Medicina Tropical

Revista

Revista Da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

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ISSN

0037-8682

eISSN

1678-9849

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Idioma

Inglés

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Resumen

This work describes the epidemiological pattern of tegumentary leishmaniasis in an area north of Salta, Argentina. The prevalence and incidence were estimated by means of a cross-sectional study and two follow-up studies during two consecutive years. The Montenegro Skin Test (MST) was administered to 7336 subjects at baseline. The prevalence and incidence between 1990 and 1992 of infection (MST reactive) was 38 per mil persons and 4.5 per mil persons/year respectively. The prevalence and incidence of tegumentary leishmaniasis (presence of clinical signs) was 1.8 per mil and 0.8 per mil persons/year, respectively. A physical examination performed on 264 patients with MST reactive during three years revealed that 130 cases (49.2%) had some evident sign of infection (scar and/or lesion), with a clinical presentation compatible with leishmaniasis. Our study demonstrated that after the epidemic outbreak of 1985 the transmission in the study area returned to endemic levels in 1992, and also demonstrated the presence of the asymptomatic infection in the area.
O trabalho mostra o padrão epidemiológico da leishmaniose tegumentar em uma área no norte de Salta, Argentina. A prevalência e incidência foram estimadas através de um estudo transversal e dois estudos de seguimento durante dois anos consecutivos. A Intrademorreação de Montenegro (IDRM) foi aplicada a 7.336 pessoas no estudo de base. A prevalência e incidência entre 1990 e 1992 da infecção (IDRM reativa) foi de 38 pessoas e 4,5 pessoas/ano respectivamente. O exame físico realizado em 264 pacientes com IDRM reativa durante 3 anos, revelaram que apenas 130 casos (49,2%) tiveram algum signo evidente de infecção (cicatriz ou lesão), com uma apresentação clínica compatível a leishmaniosis. Nosso trabalho mostrou que após o surto epidêmico em 1985, a transmissão na área de estudo retornou aos níveis endêmicos em 1992, e também demonstrou a presença da infecção assintomática na região.

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