La lógica de pedido en la producción artesanal indígena en Argentina: Un análisis sobre la construcción de lo común en disputa

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Fecha
12/2024
Editorial
Universidad de Palermo. Facultad de Diseño y Comunicación
Revista
Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación
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ISSN
1668-0227
eISSN
1853-3523
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo tiene como objetivo abordar de manera crítica el accionar del Estado y de diversas organizaciones en los procesos de valuación de la producción ar-tesanal indígena en Argentina, problematizando la construcción de lo común entre las artesanas y la definición de nuevas estrategias de producción y circulación de las artesanías en el mercado de los bienes simbólicos glocales. En un contexto caracterizado por el impulso del paradigma de la sostenibilidad, del binomio etnicidad-desarrollo como motor de las economías regionales y de las mujeres indígenas como emprendedoras y garantes de la biodiversidad planetaria, este análisis permite abrir nuevos interrogantes sobre la construcción de lo común, en tanto entramado complejo de negociaciones y acuerdos permanentes que tensionan y actualizan los sentidos y prácticas sobre la comunalidad en la praxis artesanal indígena. Desde una metodología de corte cualitativo, se recupera el trabajo de campo realizado en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires y en la provincia del Chaco entre los años 2015-2019.
This article aims to critically address the actions of the State and various organizations in the processes of valuation of indigenous artisan production in Argentina, problematizing the construction of the common among artisans and the definition of new production and circulation strategies. handicrafts in the market of glocal symbolic goods. In a context characterized by the promotion of the sustainability paradigm, the ethnicitydevelopment binomial as the engine of regional economies and indigenous women as entrepreneurs and guarantors of planetary biodiversity, this analysis allows us to open new questions about the construction of the common , as a complex framework of negotiations and permanent agreements that stress and update the meanings and practices of communality in indigenous artisan praxis. From a qualitative methodology, the field work carried out in the Autonomous City of Buenos Aires and in the province of Chaco between the years 2015-2019 is recovered.
Este artigo tem como objetivo abordar criticamente a atuação do Estado e de diversas organizações nos processos de valorização da produção artesanal indígena na Argentina, problematizando a construção do comum entre os artesãos e a definição de novas estratégias de produção e circulação. bens simbólicos. Em um contexto caracterizado pela promoção do paradigma da sustentabilidade, do binômio etnia-desenvolvimento como motor das economias regionais e das mulheres indígenas como empreendedoras e garantidoras da biodiversidade planetária, esta análise permite abrir novas questões sobre a construção do comum, como um quadro complexo de negociações e acordos permanentes que enfatizam e atualizam os significados e práticas de comunalidade na práxis artesanal indígena. A partir de uma metodologia qualitativa, recupera-se o trabalho de campo realizado na Cidade Autônoma de Buenos Aires e na província do Chaco entre os anos 2015-2019.
This article aims to critically address the actions of the State and various organizations in the processes of valuation of indigenous artisan production in Argentina, problematizing the construction of the common among artisans and the definition of new production and circulation strategies. handicrafts in the market of glocal symbolic goods. In a context characterized by the promotion of the sustainability paradigm, the ethnicitydevelopment binomial as the engine of regional economies and indigenous women as entrepreneurs and guarantors of planetary biodiversity, this analysis allows us to open new questions about the construction of the common , as a complex framework of negotiations and permanent agreements that stress and update the meanings and practices of communality in indigenous artisan praxis. From a qualitative methodology, the field work carried out in the Autonomous City of Buenos Aires and in the province of Chaco between the years 2015-2019 is recovered.
Este artigo tem como objetivo abordar criticamente a atuação do Estado e de diversas organizações nos processos de valorização da produção artesanal indígena na Argentina, problematizando a construção do comum entre os artesãos e a definição de novas estratégias de produção e circulação. bens simbólicos. Em um contexto caracterizado pela promoção do paradigma da sustentabilidade, do binômio etnia-desenvolvimento como motor das economias regionais e das mulheres indígenas como empreendedoras e garantidoras da biodiversidade planetária, esta análise permite abrir novas questões sobre a construção do comum, como um quadro complexo de negociações e acordos permanentes que enfatizam e atualizam os significados e práticas de comunalidade na práxis artesanal indígena. A partir de uma metodologia qualitativa, recupera-se o trabalho de campo realizado na Cidade Autônoma de Buenos Aires e na província do Chaco entre os anos 2015-2019.
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