¡Estallar las imágenes! Naturaleza y extractivismo inmobiliario en la costa de Hudson, Berazategui

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Fecha
11/2024
Editorial
Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca
Revista
Tabula Rasa
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1794-2489
eISSN
2011-2742
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este estudio, basado en el trabajo de campo etnográfico, analizamos una serie de imágenes producida para resistir el avance del extractivismo inmobiliario en la costa de Hudson, partido de Berazategui —área metropolitana de Buenos Aires—. Considerando procesos sociales, históricos, políticos y culturales, valoramos a las imágenes de la campaña «Conocer para defender, biodiversidad en la costa de Hudson» no como un registro acerca de la naturaleza amenazada, sino como un medio para elucidar cómo la naturaleza es vista, conocida y puesta en imágenes. También atendemos a las implicancias que se desprenden de esas imágenes y modos de mirar, más allá de los intereses de quienes las producen. Nos enfocamos en las reapropiaciones que posibilitan la compatibilización de las mismas con el avance inmobiliario privado. Concluimos sobre la necesidad de hacer estallar ciertas imágenes y modos de mirar para evitar la despolitización de las demandas. También nos preguntamos sobre qué otras imágenes podemos componer.
In this study, based on ethnographic feldwork, we analyze a series of images produced to resist the advance of real-estate extractivism on the Hudson coast, in the Berazategui district—Buenos Aires Metropolitan Area. Considering social, historical, political, and cultural processes, we approach the images from the campaign “Know to Defend: Biodiversity on the Hudson Coast” not merely as a record of a endangered nature, but as a means to elucidate how nature is seen, understood, and represented in images. We also examine the implications of those images and the ways of seeing, beyond the producers’ interests. Ten, we focus on the reappropriations allowing those images to be compatible with the advancement of private real-estate development. We conclude by emphasizing the need to blow up certain images and ways of seeing in order to prevent the depoliticization of claims. Finally, we ask what other images we can create.
Neste estudo, baseado no trabalho de campo etnográfco, analisamos uma série de imagens produzida para resistir ao avanço do extrativismo imobiliário na costa de Hudson, partido de Berazategui – área metropolitana de Buenos Aires. Considerando processos sociais, históricos, políticos e culturais, analisamos as imagens da campanha «Conhecer para defender, biodiversidade na costa de Hudson» não como um registro da natureza ameaçada, mas como um meio para elucidar como a natureza é vista, conhecida e posta em imagens. Também atendemos às implicações que se desprendem dessas imagens e modos de olhar, para além dos interesses de quem as produz. Focamonos nas reapropriações que possibilitam a compatibilização dessas imagens com o avanço imobiliário privado. Concluímos sobre a necessidade de fazer explodir certas imagens e modos de olhar para evitar a despolitização das demandas. Também nos perguntamos sobre que outras imagens podemos compor.
In this study, based on ethnographic feldwork, we analyze a series of images produced to resist the advance of real-estate extractivism on the Hudson coast, in the Berazategui district—Buenos Aires Metropolitan Area. Considering social, historical, political, and cultural processes, we approach the images from the campaign “Know to Defend: Biodiversity on the Hudson Coast” not merely as a record of a endangered nature, but as a means to elucidate how nature is seen, understood, and represented in images. We also examine the implications of those images and the ways of seeing, beyond the producers’ interests. Ten, we focus on the reappropriations allowing those images to be compatible with the advancement of private real-estate development. We conclude by emphasizing the need to blow up certain images and ways of seeing in order to prevent the depoliticization of claims. Finally, we ask what other images we can create.
Neste estudo, baseado no trabalho de campo etnográfco, analisamos uma série de imagens produzida para resistir ao avanço do extrativismo imobiliário na costa de Hudson, partido de Berazategui – área metropolitana de Buenos Aires. Considerando processos sociais, históricos, políticos e culturais, analisamos as imagens da campanha «Conhecer para defender, biodiversidade na costa de Hudson» não como um registro da natureza ameaçada, mas como um meio para elucidar como a natureza é vista, conhecida e posta em imagens. Também atendemos às implicações que se desprendem dessas imagens e modos de olhar, para além dos interesses de quem as produz. Focamonos nas reapropriações que possibilitam a compatibilização dessas imagens com o avanço imobiliário privado. Concluímos sobre a necessidade de fazer explodir certas imagens e modos de olhar para evitar a despolitização das demandas. Também nos perguntamos sobre que outras imagens podemos compor.
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