Malestar socioambiental: La salud en relación con la seguridad. El caso de Córdoba, Argentina
; Avelin Cesco, Maria Josefina
; Rebollo, Santiago 
Otros responsables
Fecha
06/2022
Editorial
Sociedad Española de Sanidad Ambiental
Revista
Revista de Salud Ambiental
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
1697-2791
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
En este artículo, analizamos los resultados de la encuesta Calidad de vida y bienestar en Córdoba, Argentina relacionados con el malestar socioambiental, definido como la incomodidad, afectación negativa o padecimiento subjetivo que suscita el habitar un espacio o entorno percibido como peligroso o potencialmente peligroso. Esta categoría, que puede comprenderse como una de las dimensiones de la salud entendida en forma amplia, incluye tanto a los problemas socioambientales como a sus consecuencias subjetivas, aunque estas no puedan establecerse como una correlación directa. Para mostrarlo, nos centraremos en un par articulado de indicadores: la percepción de inseguridad ciudadana y su relación con el miedo. En relación con los resultados observamos, en primer lugar, que la población no identifica los malestares socioambientales como problemas de salud. En segundo lugar, advertimos que, aunque la percepción de inseguridad es mayoritaria entre la población de Córdoba, el miedo afecta a un grupo reducido, lo que tiende a sugerir una naturalización de esta vivencia. La encuesta, realizada en abril de 2019, utilizó un muestreo probabilístico del tipo PPS sobre el espacio urbano de la ciudad de Córdoba, validándose 398 encuestas.
Neste artigo propomo-nos analisar a forma como a insegurança afeta a saúde, sem estabelecer uma correlação linear entre elas, mas medindo a sua ponderação pelos efeitos que produz a nível subjetivo. Para isso, utilizamos a categoria “desconforto socioambiental” definido como a incomodidade, afetação negativa ou sofrimento subjetivo causado por habitar um espaço ou ambiente percebido como perigoso ou potencialmente perigoso. Para mostrá-lo, focamo-nos na análise dos resultados da pesquisa “Qualidade de vida e bem-estar em Córdoba, Argentina” articulando dois indicadores: o sentimento de insegurança pública e o medo. Em relação aos resultados, observamos, em primeiro lugar, que os entrevistados não identificam desconfortos socioambientais como problemas de saúde. Em segundo lugar, observamos que, embora a perceção de insegurança seja maioritária nos lares de Córdoba, o medo atinge um pequeno grupo, o que tende a sugerir uma naturalização desta vivência. A pesquisa, realizada em abril de 2019, utilizou uma amostragem probabilística do tipo PPS no espaço urbano da cidade de Córdoba, validando 398 questionários.
In this paper we propose studying the way in which insecurity impacts health without establishing a linear correlation between them but rather by averaging their weights via the effects the former has at a subjective level. To this end, we used the category of “socio-environmental unease,” defined as the discomfort, negative impact or subjective suffering experienced as a result of living in a place or environment that is perceived as dangerous or potentially so. In order to show this, we focused on analyzing the results of the “Quality of Life and Well-being in Cordoba, Argentina” survey by means of two indicators: perception of public insecurity, and fear. Regarding the results, first we saw that respondents did not identify socio-environmental unease as a health issue. Secondly, we noted that although insecurity is felt in most Córdoba households, only a small group thereof is affected by fear, which would suggest that this experience has become naturalized. The survey—which was conducted in April 2019—used probability-proportional-to-size (PPS) sampling across the urban area of the city of Cordoba; 398 surveys were validated.
Neste artigo propomo-nos analisar a forma como a insegurança afeta a saúde, sem estabelecer uma correlação linear entre elas, mas medindo a sua ponderação pelos efeitos que produz a nível subjetivo. Para isso, utilizamos a categoria “desconforto socioambiental” definido como a incomodidade, afetação negativa ou sofrimento subjetivo causado por habitar um espaço ou ambiente percebido como perigoso ou potencialmente perigoso. Para mostrá-lo, focamo-nos na análise dos resultados da pesquisa “Qualidade de vida e bem-estar em Córdoba, Argentina” articulando dois indicadores: o sentimento de insegurança pública e o medo. Em relação aos resultados, observamos, em primeiro lugar, que os entrevistados não identificam desconfortos socioambientais como problemas de saúde. Em segundo lugar, observamos que, embora a perceção de insegurança seja maioritária nos lares de Córdoba, o medo atinge um pequeno grupo, o que tende a sugerir uma naturalização desta vivência. A pesquisa, realizada em abril de 2019, utilizou uma amostragem probabilística do tipo PPS no espaço urbano da cidade de Córdoba, validando 398 questionários.
In this paper we propose studying the way in which insecurity impacts health without establishing a linear correlation between them but rather by averaging their weights via the effects the former has at a subjective level. To this end, we used the category of “socio-environmental unease,” defined as the discomfort, negative impact or subjective suffering experienced as a result of living in a place or environment that is perceived as dangerous or potentially so. In order to show this, we focused on analyzing the results of the “Quality of Life and Well-being in Cordoba, Argentina” survey by means of two indicators: perception of public insecurity, and fear. Regarding the results, first we saw that respondents did not identify socio-environmental unease as a health issue. Secondly, we noted that although insecurity is felt in most Córdoba households, only a small group thereof is affected by fear, which would suggest that this experience has become naturalized. The survey—which was conducted in April 2019—used probability-proportional-to-size (PPS) sampling across the urban area of the city of Cordoba; 398 surveys were validated.
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