Re-configuración del Estado y re-invención de lo social, en la Argentina actual: El gobierno de la pobreza (2003-2012)

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Fecha
02/2015
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero
Revista
Revista Trabajo y Sociedad
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ISSN
1514-6871
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Idioma
Español
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Resumen
El presente artículo tiene por objetivo analizar el proceso de gubernamentalización del Estado en la Argentina actual (2003-2012) y su expresión en el gobierno de la pobreza. El hilo conductor se encuentra en cómo se reconstruye el rol del Estado en la articulación de una serie de prácticas discursivas y no discursivas, cuando parece enfrentar el desafío paradojal de poner ciertos límites políticos y morales al mercado y, a su vez, posibilitar un marco para que el juego del mercado sea posible. En el caso argentino se trata de analizar cómo el gobierno de la pobreza, comprendida como "dispositivo del poder", se ejerce en la heterogeneidad de las políticas sociales con rostro humano, en el intento de complementar a los sujetos económicos (trabajo decente y la economía social), y los sujetos jurídicos (inclusión y equidad).
This article aims to analyze the process of governmentalization the State in the current Argentina (2003-2012) and its expression in the government of poverty. The connecting thread is in how the role of the state is reconstructed in the articulation of a series of discursive and non-discursive practices when it seems to confront the challenge paradoxical of putting certain political and moral limits to the market and, at the same time, enable a framework for the game to market possible. In the Argentine case is to analyze how the government of poverty, understood as "the power device" is exercised in the heterogeneity of social policies with a human face , in an attempt to complement the economic subjects (decent work and "social economy) , and legal subjects (inclusion and equity) .
O presente artigo tem por objetivo analisar o processo de governamentalização do Estado na Argentina atual (2003-2012) e sua expressão no governo da pobreza. O fio condutor se encontra em como se reconstrói o papel do Estado na articulação de uma série de práticas discursivas e não discursivas, quando parece enfrentar o desafio paradoxal de colocar certos limites políticos e morais ao mercado e, ao mesmo tempo, possibilitar um marco para que o jogo de mercado seja possível. No caso argentino trata-se de analisar como o governo da pobreza, compreendida como “dispositivo de poder”, se exerce na heterogeneidade das políticas sociais com rosto humano, na tentativa de complementar os sujeitos econômicos (trabalho decente e a economia social), e os sujeitos jurídicos (inclusão e igualdade)
This article aims to analyze the process of governmentalization the State in the current Argentina (2003-2012) and its expression in the government of poverty. The connecting thread is in how the role of the state is reconstructed in the articulation of a series of discursive and non-discursive practices when it seems to confront the challenge paradoxical of putting certain political and moral limits to the market and, at the same time, enable a framework for the game to market possible. In the Argentine case is to analyze how the government of poverty, understood as "the power device" is exercised in the heterogeneity of social policies with a human face , in an attempt to complement the economic subjects (decent work and "social economy) , and legal subjects (inclusion and equity) .
O presente artigo tem por objetivo analisar o processo de governamentalização do Estado na Argentina atual (2003-2012) e sua expressão no governo da pobreza. O fio condutor se encontra em como se reconstrói o papel do Estado na articulação de uma série de práticas discursivas e não discursivas, quando parece enfrentar o desafio paradoxal de colocar certos limites políticos e morais ao mercado e, ao mesmo tempo, possibilitar um marco para que o jogo de mercado seja possível. No caso argentino trata-se de analisar como o governo da pobreza, compreendida como “dispositivo de poder”, se exerce na heterogeneidade das políticas sociais com rosto humano, na tentativa de complementar os sujeitos econômicos (trabalho decente e a economia social), e os sujeitos jurídicos (inclusão e igualdade)
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