Mujeres color café: O el feminismo como imperialismo

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Fecha
10/2011
Editorial
Fundación Rescoldo
Revista
Revista Latinoamericana Pacarina de Ciencias Sociales y Humanidades
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1853-2136
eISSN
1853-7391
ISBN
Idioma
Español
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Palabras clave
Resumen
¿Por qué la mujer se está convirtiendo en un signo visible de los problemas contemporáneos de nacionalidad, raza y religión? ¿Cómo explicar la violencia en el Tercer Mundo o Sur? ¿Cómo llegar a escribir una narrativa feminista que sea eficaz simbólicamente de escribir esas pérdidas, que sea capaz de interpelar al mundo? Es la mujer el punto de intersección entre colonialismo, imperialismo, nacionalismos y fundamentalismos culturales. Es el punto de sutura del capitalismo globalizado, racista y sexista: en el Sur en las cadenas de montaje de las maquilas donde ellas, las “nuevas subalternas” (Spivak) son la mano de obra más barata, descartable, y en el Norte donde la presencia de las subalternas inmigrantes, “sin papeles”, trabajadoras sexuales... provenientes de Europa del Este, África o América Latina, dispuestas a realizar los trabajos (trabajo sexual, empleo doméstico, cuidado) que las mujeres blancas no realizarían, han transformado la cartografía de las metrópolis europeas. A cambio son sexualizadas y racializadas. Sin embargo, el tratamiento de la violencia queda eclipsado por otros debates que, por alguna razón, tienen mayor eficacia simbólica y política. Algunas reflexiones provisorias tendrán tratamiento en ese texto.
Por que a mulher está se convertendo num signo visível dos problemas contemporâneos de nacionalidade, raça e religião? Como explicar a violência no Terceiro Mundo ou Sul? Como chegar a escrever uma narrativa feminista que seja eficaz simbolicamente de escrever essas perdas, que seja capaz de interpelar o mundo? A mulher é o ponto de interseção entre colonialismo, imperialismo, nacionalismos e fundamentalismos culturales. É o ponto de convergência do capitalismo globalizado, racista e sexista: no Sul, as mulheres são, nas séries de montagem das máquinas, as “novas subalternas” (Spivak), a mão de obra mais barata, descartável e no Norte a presença das subalternas inmigrantes - “sem papeis”, trabalhadoras sexuais…, provenientes da Europa do Leste, da África ou da América Latina, dispostas a realizar os trabalhos (trabalho sexual, emprego doméstico, cuidado) que as mulheres brancas não realizariam, transforma a cartografia das metrópoles europeias. Em troca disso são sexualizadas e racializadas. No entanto, o tratamento da violência fica eclipsado por otros debates que, por alguma razão, têm maior eficácia simbólica e política. Algumas reflexões provisórias terão tratamento neste texto.
Por que a mulher está se convertendo num signo visível dos problemas contemporâneos de nacionalidade, raça e religião? Como explicar a violência no Terceiro Mundo ou Sul? Como chegar a escrever uma narrativa feminista que seja eficaz simbolicamente de escrever essas perdas, que seja capaz de interpelar o mundo? A mulher é o ponto de interseção entre colonialismo, imperialismo, nacionalismos e fundamentalismos culturales. É o ponto de convergência do capitalismo globalizado, racista e sexista: no Sul, as mulheres são, nas séries de montagem das máquinas, as “novas subalternas” (Spivak), a mão de obra mais barata, descartável e no Norte a presença das subalternas inmigrantes - “sem papeis”, trabalhadoras sexuais…, provenientes da Europa do Leste, da África ou da América Latina, dispostas a realizar os trabalhos (trabalho sexual, emprego doméstico, cuidado) que as mulheres brancas não realizariam, transforma a cartografia das metrópoles europeias. Em troca disso são sexualizadas e racializadas. No entanto, o tratamento da violência fica eclipsado por otros debates que, por alguma razão, têm maior eficácia simbólica e política. Algumas reflexões provisórias terão tratamento neste texto.
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