Cambios de forma y tamaño en el cráneo humano: el efecto de las transiciones dietarias
; Gonzalez-Jose, Rolando 
Otros responsables
Fecha
07/2022
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0325-1217
eISSN
1851-9628
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Evaluamos el efecto de la consistencia de los alimentos en subregiones del cráneo, analizando tres transiciones económicas poblacionales (grupos que habitaron un mismo espacio geográfico y que incorporaron diferentes alimentosy tecnologías asociadas a su elaboración) y tres poblaciones no transicionales(que representan un tipo particular de dieta). Se digitalizaron landmarks en 3D en 459 cráneos provenientes de colecciones esqueléticas, se analizaron mediante morfometría geométrica y adicionalmente se estimó la fuerza de mordida. Nuestros resultados indicaron diferencias de tamaño y forma entre transiciones dietarias para la mayoría de las regiones craneales. Los cambios de forma se concentraron principalmente en la inserción de los músculos temporal y masetero, mientras que la estimación de la fuerza de mordida en general fue mayor en los grupos que representan las dietas más duras.
We evaluated the effect of food consistency on cranial subregions, analyzed three population economic transitions (groups that inhabited the same geo-graphic space and incorporated different foods and technologies associated with food processing) and three non-transitional populations (representing a particular type of diet). We digitized 3D landmarks in 459 skulls from ske-letal collections, analyzed them by geometric morphometry and additionally estimated the bite force. Our results indicate differences in size and shape between dietary transitions for most cranial regions. Shape changes are mainly concentrated in the insertion of the temporalis and masseter muscles, while bite force is generally higher in the groups representing the hardest diets.
Avaliámos o efeito da consistência dos alimentos nas sub-regiões cranianas, analisámos três transições económicas populacionais (grupos que habitavam o mesmo espaço geográfico e incorporavam diferentes alimentos e tecnologias associadas ao processamento dos alimentos) e três populações não transicionais (representando um tipo particular de dieta). Digitalizámos landmarks 3D em 459 crânios de colecções esqueléticas, analisámo-los usando a morfometria geométrica e, adicionalmente, foi estimada a força de mordedura. Os nossos resultados indicam diferenças de tamanho e forma entre as transições de dieta para a maioria das regiões cranianas. As mudanças de forma concentram-se principalmente na inserção dos músculos temporais e masséteres, enquanto a força de mordida é geralmente maior nos grupos que representam as dietas mais duras.
We evaluated the effect of food consistency on cranial subregions, analyzed three population economic transitions (groups that inhabited the same geo-graphic space and incorporated different foods and technologies associated with food processing) and three non-transitional populations (representing a particular type of diet). We digitized 3D landmarks in 459 skulls from ske-letal collections, analyzed them by geometric morphometry and additionally estimated the bite force. Our results indicate differences in size and shape between dietary transitions for most cranial regions. Shape changes are mainly concentrated in the insertion of the temporalis and masseter muscles, while bite force is generally higher in the groups representing the hardest diets.
Avaliámos o efeito da consistência dos alimentos nas sub-regiões cranianas, analisámos três transições económicas populacionais (grupos que habitavam o mesmo espaço geográfico e incorporavam diferentes alimentos e tecnologias associadas ao processamento dos alimentos) e três populações não transicionais (representando um tipo particular de dieta). Digitalizámos landmarks 3D em 459 crânios de colecções esqueléticas, analisámo-los usando a morfometria geométrica e, adicionalmente, foi estimada a força de mordedura. Os nossos resultados indicam diferenças de tamanho e forma entre as transições de dieta para a maioria das regiões cranianas. As mudanças de forma concentram-se principalmente na inserção dos músculos temporais e masséteres, enquanto a força de mordida é geralmente maior nos grupos que representam as dietas mais duras.
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