Reflexões sobre a relação entre política, economia e sacralidade em Aristóteles. suas impressões na teoria de Giorgio Agamben

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Fecha
03/2013
Editorial
Prometeus
Revista
Prometeus
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2176-5960
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Idioma
Portugués
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Resumen
A partir de la lectura que realiza Giorgio Agamben de la teoría aristotélica, lo sagrado aparece como un elemento fundamental en la estructura del pensamiento político occidental. Lo sagrado es presentado como una forma de indisposición: invariablemente va acompañado de una sustracción de su uso común. Por su parte, el dinero ocupa un lugar privilegiado para poder profundizar en esta idea. Tanto en la crítica a la acumulación y la usura, como en otros pasajes de su obra, queda claro que el dinero aparece en puntos medulares de definición de la relación entre lo sagrado y lo profano. En este artículo se analizarán, en primer lugar, los pasajes aristotélicos más relevantes, para luego integrarlos, a la construcción agambeneana del Homo Sacer
A partir da leitura feita por Giorgio Agamben da teoria aristotélica, o sagrado aparece como um elemento fundamental na estrutura do pensamento político ocidental. O sagrado é apresentado como uma forma de indisposição: sempre vai acompanhado de uma subtração do uso comum. Por sua parte, o dinheiro ocupa um lugar privilegiado para poder aprofundar essa ideia. Tanto na crítica da acumulação e da usura como em outras passagens da obra aristotélica, é claro que o dinheiro aparece em pontos medulares da definição do vínculo entre o sagrado e o profano. Neste artigo serão analisadas, em primeiro lugar, as passagens aristotélicas mais relevantes, para logo integrá-los na construção agambeneana do Homo Sacer.
A partir da leitura feita por Giorgio Agamben da teoria aristotélica, o sagrado aparece como um elemento fundamental na estrutura do pensamento político ocidental. O sagrado é apresentado como uma forma de indisposição: sempre vai acompanhado de uma subtração do uso comum. Por sua parte, o dinheiro ocupa um lugar privilegiado para poder aprofundar essa ideia. Tanto na crítica da acumulação e da usura como em outras passagens da obra aristotélica, é claro que o dinheiro aparece em pontos medulares da definição do vínculo entre o sagrado e o profano. Neste artigo serão analisadas, em primeiro lugar, as passagens aristotélicas mais relevantes, para logo integrá-los na construção agambeneana do Homo Sacer.
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