O ceticismo e seus aliados

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Fecha
2025
Editorial
Universidade Federal da Bahia
Revista
Título del libro
Filosofia como experiência: diálogos com um cético
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
ISBN
978-65-5630-827-2
Idioma
Portugués
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Resumen
A obra de Plínio Junqueira Smith é sentida como uma confissão e, portanto, ela cria um vínculoimediato com o leitor. Ao contrário de muitos filósofos contemporâneos, o autor não está ausente da obra, mas pulsa e vive nas suas páginas. E a primeira coisa que nos aparece, em muitos casos, é uma imagem de desamparo. Como se filosofa? Por onde se começa realmente? Ou mais precisamente: por onde eu poderia começar? Como proceder se nem mesmo sabemos isso – se nem sequer sabemos isso (Smith, 2005, 2022)? Mas, além disso, a atividade de filosofar – lemos – deve ser um empreendimento que deixe marcas, que nos tire da complacência (Smith, 2020). Não é pedir demais? Como podemos ter certeza de que o caminho está certo? Dessa aparente situação de infortúnio,emerge gradualmente uma força rara: a de ser capaz de permanecer de pé mesmo quando nos faltam certezas. Aqui, quero me concentrar principalmente em dois capítulos de seu O ceticismo sob suspeita (Smith, 2022): o capítulo quatro (“Hesitações filosóficas”) e o capítulo cinco (“As novas epistemologias: externismo e contextualismo”). São textos que, embora antigos – as novas epistemologias do final doséculo passado já não são tão novas assim –, não perderam sua relevância.
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