Conflictos territoriales en ámbitos rurales de la Argentina actual
; Arzeno, Mariana Beatriz 
Otros responsables
Fecha
08/2010
Editorial
Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de Geografia
Revista
GeoUSP
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1414-7416
eISSN
2179-0892
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En el ámbito rural en Argentina se percibe, desde la década de 1990, un aumento de la conflictividad social. Surgen localmente movimientos, conflictos y demandas vinculadas con la apropiación y uso de los recursos del territorio (tierra, agua, minerales, bosques, infraestructura, etc.) o con las consecuencias ambientales del accionar del hombre sobre el mismo (contaminación, deforestación, inundaciones). Sin embargo, y a pesar que muchos de ellos han tomado estado público, estos conflictos en su mayoría se ignoran o se minimizan. Sin embargo, otra trascendencia tuvo el que se desencadenó en marzo de 2008, conocido como el conflicto “del campo” o “agrario”. Este conflicto estuvo atravesado por múltiples contradicciones, discrepancias y confusiones promovidas por ambos sectores en pugna (referentes del sector agrario y gobierno). Y lejos de representar una problemática universal del “campo”, no fue más que la expresión de una disputa al interior de los sectores dominantes. En este trabajo, a partir de estudios de caso en las provincias de Salta y Misiones, aplicando metodologías cualitativas y desde una perspectiva analítica que visualiza los conflictos como expresiones de luchas de poder por los recursos del territorio, nos proponemos mostrar las contradicciones y consecuencias territoriales de conflictos asociados tanto con disputas por el poder hegemónico como los vinculados con resistencias al modelo de desarrollo dominante y excluyente.
No âmbito rural na Argentina percebe-se, desde a década de 1990, um aumento dos conflitos sociais. Surgem localmente movimentos, lutas e demandas vinculadas com a apropriação e uso dos recursos do território (terra, água, minerais, bosques, infraestrutura, etc.) ou com as consequências ambientais da ação do homem sobre o mesmo (contaminação, desmatamento, inundações). Todavia, e apesar de muitos deles terem se tornado públicos, esses conflitos em sua maioria são ignorados ou se minimizam. Entretanto, o que se desencadeou em março de 2008, conhecido como o conflito do campo ou agrário, teve outra transcendência. Este conflito foi atravessado por múltiplas contradições, discrepâncias e confusões promovidas por ambos os setores em luta (referentes do setor agrário e governo). E longe de representar uma problemática universal do campo, não foi mais do que a expressão de uma disputa no interior dos setores dominantes. Neste trabalho, a partir de estudos de caso nas províncias de Salta e Misiones, aplicando metodologias qualitativas e a partir de uma perspectiva analítica que visualiza os conflitos como expressões de lutas de poder pelos recursos do território, propomos mostrar as contradições e consequências territoriais dos conflitos associados tanto às disputas pelo poder hegemônico como os vinculados a resistências ao modelo de desenvolvimento dominante e excludente.
No âmbito rural na Argentina percebe-se, desde a década de 1990, um aumento dos conflitos sociais. Surgem localmente movimentos, lutas e demandas vinculadas com a apropriação e uso dos recursos do território (terra, água, minerais, bosques, infraestrutura, etc.) ou com as consequências ambientais da ação do homem sobre o mesmo (contaminação, desmatamento, inundações). Todavia, e apesar de muitos deles terem se tornado públicos, esses conflitos em sua maioria são ignorados ou se minimizam. Entretanto, o que se desencadeou em março de 2008, conhecido como o conflito do campo ou agrário, teve outra transcendência. Este conflito foi atravessado por múltiplas contradições, discrepâncias e confusões promovidas por ambos os setores em luta (referentes do setor agrário e governo). E longe de representar uma problemática universal do campo, não foi mais do que a expressão de uma disputa no interior dos setores dominantes. Neste trabalho, a partir de estudos de caso nas províncias de Salta e Misiones, aplicando metodologias qualitativas e a partir de uma perspectiva analítica que visualiza os conflitos como expressões de lutas de poder pelos recursos do território, propomos mostrar as contradições e consequências territoriais dos conflitos associados tanto às disputas pelo poder hegemônico como os vinculados a resistências ao modelo de desenvolvimento dominante e excludente.
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