Descompor a pedagogia: sobre um poder narrativo na educação
; Borba Andrade, Naiane Kelly Otros responsables
Fecha
09/2019
Editorial
Universidade Federal Da Paraiba
Revista
Revista Educare
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2527-1083
eISSN
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Idioma
Portugués
Tipo del evento
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Resumen
A partir de considerar a la investigación narrativa como otro modo de conocer, ser y saber, en este artículo indagamos una de sus potencias para el campo de la pedagogía. En un primer momento caracterizamos lo que llamamos composición/descomposición, desde un deshacer de genealogías canónicas del saber que remarcan un carácter subversivo, creativo, nómade y débil como condición para restaurar modos de ser y conocer que amenazan la colonialidad y la normalidad del conocimiento y expanden el valor de la vida humana. Con esta intención -siempre parcial y transitoria- posteriormente argumentamos que la pedagogía interpretada apenas como ciencia social que estudia la educación suele quedar relegada a su uso técnico, sistémico y disciplinar. Sin embargo a partir de la reinversión que impulsa la potencia narrativa, proponemos dislocarla de esta noción clásica para comprenderla como una vieja y nómade narrativa en la que se verbalizan relaciones humanas de educación en un sentido extendido y vital.
A partir da consideração da pesquisa narrativa como outra forma de conhecer, neste artigo indagamos uma de suas potências para o campo da pedagogia. No primeiro momento caracterizamos o que chamamos de composição/decomposição, a partir de um desfazer de genealogias canônicas do conhecimento, que destaca um caráter subversivo, criativo, nômade e débil como condição para restaurar os modos de ser e saber que ameaçam a colonialidade e a normalidade do conhecimento e que expandem o valor da vida humana. Com esta intenção -parcial e transitória- posteriormente argumentamos que a pedagogia interpretada apenas como uma ciência social que estuda a educação tende a ser relegada para uso técnico, sistêmico e disciplinado. No entanto, a partir da reinverçao que impulsiona a potência narrativa, propomos deslocá-la desta noção clássica para entendê-la como uma velha e nômade narrativa, em que são faladas as relações humanas na educação em um sentido estendido e vital.
A partir da consideração da pesquisa narrativa como outra forma de conhecer, neste artigo indagamos uma de suas potências para o campo da pedagogia. No primeiro momento caracterizamos o que chamamos de composição/decomposição, a partir de um desfazer de genealogias canônicas do conhecimento, que destaca um caráter subversivo, criativo, nômade e débil como condição para restaurar os modos de ser e saber que ameaçam a colonialidade e a normalidade do conhecimento e que expandem o valor da vida humana. Com esta intenção -parcial e transitória- posteriormente argumentamos que a pedagogia interpretada apenas como uma ciência social que estuda a educação tende a ser relegada para uso técnico, sistêmico e disciplinado. No entanto, a partir da reinverçao que impulsiona a potência narrativa, propomos deslocá-la desta noção clássica para entendê-la como uma velha e nômade narrativa, em que são faladas as relações humanas na educação em um sentido estendido e vital.
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