Acciones colectivas juveniles en Mendoza, Argentina

Otros responsables
Fecha
01/2023
Editorial
Universidad Santo Tomás
Revista
Hallazgos
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1794-3841
eISSN
2422-409X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
A lo largo de las últimas décadas, presenciamos fenómenos de protesta social, acciones colectivas y organización con un fuerte componente juvenil en todo el mundo. Esta mayor visibilización de las juventudes como sujeto político diferenciado con demandas y acciones propias ha ido de la mano de la consolidación de estos estudios. En este contexto, el artículo tiene como objetivo responder qué moviliza a los y las jóvenes a participar en acciones colectivas juveniles. Metodológicamente, la investigación es cualitativa, con una perspectiva interpretativa. Se trabaja con un estudio de caso múltiple conformado por una biblioteca popular y un centro cultural. Ambos están situados en barrios populares del área metropolitana de Mendoza, Argentina, y resultan representativos de otras experiencias juveniles que se alejan de las estructuras formales de la participación política. Se indaga el universo motivacional y el campo afectivo de las prácticas participativas. Concluimos que hay una motivación individual que solo puede ser resuelta colectivamente y que, en ese proceso, el grupo de pares va nutriendo de sentido la experiencia cotidiana, se construye un soporte vincular habilitante de las acciones colectivas y se genera una comunidad emocional que opera como medio y como fin de estas.
Throughout the last decades, we have witnessed phenomena of social protest, collective actions and organization with a strong youth component all over the world. This greater visibility of youth as a differentiated political subject with their own demands and actions has gone hand in hand with the consolidation of these studies. In this context, the paper aims to answer what moves young people to participate in youth collective actions. Methodologically, the research is qualitative, with an interpretative perspective. We work with a multiple case study consisting of a popular library and a cultural center. Both are located in popular neighborhoods in the metropolitan area of Mendoza, Argentina, and are representative of other youth experiences that are far from the formal structures of political participation. The motivational universe and the affective field of participatory practices are explored. We conclude that there is an individual motivation that can only be solved collectively and that, in this process, the peer group nourishes the daily experience with meaning, it builds an enabling linking support for collective actions and generates an emotional community that operates as a means and as an end of these actions.
Ao longo das últimas décadas, presenciamos fenômenos de protesto social, ações coletivas e organização com forte componente juvenil em todo o mundo. Essa maior visibilidade das juventudes como sujeito político diferenciado com demandas e ações próprias está em concordância com a consolidação desses estudos. Nesse contexto, este artigo tem o objetivo de responder sobre o que mobiliza os e as jovens a participar de ações coletivas juvenis. Metodologicamente, esta pesquisa é qualitativa, com perspectiva interpretativa. Trabalha-se com estudo de caso múltiplo conformado por uma biblioteca popular e um centro cultural. Ambos estão localizados em bairros populares da região metropolitana de Mendoza, Argentina, e são representativos de outras experiências juvenis que se afastam das estruturas formais da participação política. Questionam-se o universo motivacional e o campo afetivo das práticas participativas. Conclui-se que há uma motivação individual que somente pode ser resolvida coletivamente e que, nesse processo, o grupo vai nutrindo a experiência cotidiana de sentido, processo em que um apoio vincular habilitante das ações coletivas é construído e uma comunidade emocional que opera como meio e fim destas é gerado.
Throughout the last decades, we have witnessed phenomena of social protest, collective actions and organization with a strong youth component all over the world. This greater visibility of youth as a differentiated political subject with their own demands and actions has gone hand in hand with the consolidation of these studies. In this context, the paper aims to answer what moves young people to participate in youth collective actions. Methodologically, the research is qualitative, with an interpretative perspective. We work with a multiple case study consisting of a popular library and a cultural center. Both are located in popular neighborhoods in the metropolitan area of Mendoza, Argentina, and are representative of other youth experiences that are far from the formal structures of political participation. The motivational universe and the affective field of participatory practices are explored. We conclude that there is an individual motivation that can only be solved collectively and that, in this process, the peer group nourishes the daily experience with meaning, it builds an enabling linking support for collective actions and generates an emotional community that operates as a means and as an end of these actions.
Ao longo das últimas décadas, presenciamos fenômenos de protesto social, ações coletivas e organização com forte componente juvenil em todo o mundo. Essa maior visibilidade das juventudes como sujeito político diferenciado com demandas e ações próprias está em concordância com a consolidação desses estudos. Nesse contexto, este artigo tem o objetivo de responder sobre o que mobiliza os e as jovens a participar de ações coletivas juvenis. Metodologicamente, esta pesquisa é qualitativa, com perspectiva interpretativa. Trabalha-se com estudo de caso múltiplo conformado por uma biblioteca popular e um centro cultural. Ambos estão localizados em bairros populares da região metropolitana de Mendoza, Argentina, e são representativos de outras experiências juvenis que se afastam das estruturas formais da participação política. Questionam-se o universo motivacional e o campo afetivo das práticas participativas. Conclui-se que há uma motivação individual que somente pode ser resolvida coletivamente e que, nesse processo, o grupo vai nutrindo a experiência cotidiana de sentido, processo em que um apoio vincular habilitante das ações coletivas é construído e uma comunidade emocional que opera como meio e fim destas é gerado.
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