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Cinco fragmentos sobre o teatro de pós-ditadura de Eduardo ‘Tato’ Pavlovsky. Da crítica ao realismo a um realismo crítico

Berdaguer Rauschenberg, Nicholas Dieter Icon

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Fecha

12/2015

Editorial

Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Revista

Itinerarios

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ISSN

0103-815X

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Portugués

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Resumen

De uma vanguarda absurdista a um realismo reflexivo ou crítico, o teatro do ator e dramaturgo argentino Eduardo “Tato” Pavlovsky ganhou notoriedade no campo teatral mundial ao abordar a violência e a perversidade numa micropolítica que brinca em esconder a representação da realidade em favor de uma dialética com um simulacro “do real”. Este artigo está dividido em cinco fragmentos que analisam algumas obras de Pavlovsky (A máscara, 1970, O senhor Galíndez, 1973, O senhor Laforgue, 1983 e Variações Meyerhold, 2004) tendo em vista, entretanto, além de uma contextualização de sua obra no teatro argentino, o debate em torno ao realismo entre Lukács e Adorno. O desprendimento de uma necessidade da realidade permite pensar a obra de Pavlovsky como uma crítica à sociedade e seu brutal autoritarismo escondido nas normas sociais e estéticas.
From an absurdist vanguard to a reflective or critical realism, the theater of the Argentinian actor and playwright Eduardo “Tato” Pavlovsky has gained worldwide notoriety in the theatrical field by approaching violence and perversity in a micropolitics which playfully hides the representation of reality in favor of a dialectic with a simulacra of “the real”. This article is divided into five fragments that analyze some works of Pavlovsky (The mask, 1970, Mister Galíndez, 1973, Mister Laforgue, 1983, and Meyerhold Variations, 2004) considering, in addition to a contextualization of his work in Argentine theater, the debate about realism between Lukács and Adorno. The detachment from a need of the reality allows us to think Pavlovsky’s work as a critique of society and its brutal authoritarianism hidden in social and aesthetic norms.

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