En busca de una democracia basada en la Justicia Ecológica: conflictos socioambientales como un problema como problema de desigualdad social

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Fecha
05/2022
Editorial
Universidade Federal de Rio de Janeiro
Revista
Teoría Jurídica Contemporánea
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ISSN
2526-0464
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Idioma
Español
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Resumen
El presente texto versa sobre cómo las exclusiones que operan en torno a los saberes en las plataformas de abordaje de conflictos socioambientales constituyen un problema epistemológico, de Justicia Ecológica, pero también de justicia cognitiva. Son realizadas lecturas críticas y problematizadoras de los problemas sobre democracia y la inserción de las voces de los saberes de las personas atingidas después del desastre-crimen sociotecnológico de Fundão, ocurrido en Mariana-MG. El lugar central y hegemónico que la racionalidad científica se atribuye en el paradigma del desarrollo sustentable muy débilmente es mitigado por el reconocimiento de los saberes no expertos, tradicionales, ancestrales prácticos de sujetos con formas de vida que escapan a esa racionalidad con pretensiones de universalidad y neutralidad. La investigación fue estructurada a partir de la relación interdisciplinar de la sociología ambiental y sociología jurídica con el derecho socioambiental.
Este texto trata de como as exclusões que operam em torno do conhecimento nas plataformas de enfrentamento dos conflitos socioambientais constituem um problema epistemológico, de Justiça Ecológica, mas também de justiça cognitiva. São feitas leituras críticas e problematizadoras sobre os problemas da democracia e a inserção das vozes do saber dos atingidos após o desastrecrime sociotecnológico do Fundão, ocorrido em Mariana-MG. O lugar central e hegemônico que a racionalidade científica se atribui no paradigma do desenvolvimento sustentável é muito fracamente mitigado pelo reconhecimento de saberes ancestrais não especializados, tradicionais e práticos de sujeitos com formas de vida que escapam dessa racionalidade com pretensões de universalidade e neutralidade. A pesquisa foi estruturada a partir da relação interdisciplinar da sociologia ambiental e jurídica com o direito ambiental.
Este texto trata de como as exclusões que operam em torno do conhecimento nas plataformas de enfrentamento dos conflitos socioambientais constituem um problema epistemológico, de Justiça Ecológica, mas também de justiça cognitiva. São feitas leituras críticas e problematizadoras sobre os problemas da democracia e a inserção das vozes do saber dos atingidos após o desastrecrime sociotecnológico do Fundão, ocorrido em Mariana-MG. O lugar central e hegemônico que a racionalidade científica se atribui no paradigma do desenvolvimento sustentável é muito fracamente mitigado pelo reconhecimento de saberes ancestrais não especializados, tradicionais e práticos de sujeitos com formas de vida que escapam dessa racionalidade com pretensões de universalidade e neutralidade. A pesquisa foi estruturada a partir da relação interdisciplinar da sociologia ambiental e jurídica com o direito ambiental.
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